TEXTO EXTRAÍDO DE DISCURSO DE REVERENDO SUN MYUNG MOON
22 de Novembro de 1976 - América
Por causa da Queda (perda da linhagem de Deus) dos primeiros antepassados, a história humana desenvolveu-se na ignorância sobre o Deus Criador deste mundo e do propósito da criação da vida humana. A história humana desenvolveu-se sob o domínio angélico iniciado por Lúcifer que se tornou Satanás, e desde então o trabalho de Deus tem sido revelar o caminho que o homem voluntariamente deverá seguir para a restauração do plano original da criação de Deus. Deus quer ver o mundo restaurado à bondade e perfeição que originalmente foram concebidos.
A restauração está a ser feita por etapas ao longo da história humana: Primeiro os seres humanos terão de sair da posição em que caíram de servos do mundo angélico, o qual existia para servir e começou por dominar o homem (o mundo angélico tinha a missão original de mediadores e servos entre Deus e o homem). Os homens devem então sair da posição de servos do mundo angélico para a posição de servos de Deus, depois filhos adoptivos que se preparam para mudar a linhagem para a posição de verdadeiros filhos de Deus, e para finalmente ocuparem a posição de pais co-criadores com Deus.
A humanidade começou a multiplicar-se por iniciativa e na linhagem iniciada por Lúcifer que se tornou Satanás e fez com que o homem perdesse os sentidos espirituais e começasse a viver na ignorância acerca do Criador Deus e do propósito da vida. Por isso para a restauração da natureza original, as pessoas terão de mudar a sua falsa linhagem para poderem ser aceites como verdadeiros filhos de Deus, porque este é o destino final do homem. Só há um modo para mudar a linhagem; primeiro o ser humano do mundo caído terá de se tornar um filho adoptivo de Deus para mudar a linhagem através do Verdadeiro Filho.
A Providência para o homem se tornar Filho Adoptivo de Deus
Deus criou os homens para serem os Verdadeiros Filhos de Deus e os Seus representantes na Terra. Um filho adoptivo de Deus têm uma posição mais elevada que um servo de Deus.
Quem é Satanás?
Ele é o arcanjo caído, Lúcifer; que estava na posição de servo. Logicamente o filho adoptivo de Deus terá de qualificar-se e ser superior ao mundo angélico que tinha a missão de ser mediador de Deus e servir com o objectivo de ajudar a concretizar o plano da criação de Deus.
Atinge-se a qualificação de filho adoptivo de Deus, quando o homem está determinado a viver totalmente ao serviço de Deus e dos seres humanos, embora ainda não esteja na posição de filho da linhagem de Deus. Por isso a dispensa providencial de Deus para a restauração do homem é em primeiro lugar elevar o homem à posição de filho adoptivo.
Qual é a dignidade ou autoridade de um filho adoptivo?
Ao tornar-se um filho de Deus por adopção, já o homem se torna elegível para herdar de Deus, mas Deus quer ter os Seus próprios filhos da Sua linhagem.
Por isso os filhos adoptivos terão de sentir que as qualificações e bênçãos que estão a herdar de Deus, na realidade ainda não lhes pertencem, mas deverão pertencer primeiro aos filhos directos de Deus.
Esta consciencialização deverá estar presente neste sentimento, "por favor, meu Deus, o meu desejo é que venha depressa o dia em que possas ver os teus próprios filhos, para que eu possa apoiá-los e dar-lhes todas as minhas bênçãos. Porque são eles que merecem esta bênção, e não eu".
Sem primeiro nos tornarmos filhos adoptivos, não teremos forma de nos ligar aos filhos directos de Deus. A esfera dos filhos adoptivos faz a ponte entre o bom mundo angélico de servos, e o mundo dos filhos directos da linhagem de Deus.
Durante a era do Antigo Testamento, os seres humanos poderiam sair do fundo do inferno (servos do anjo caído que devia ser servo de Deus) e passar à posição de servo de Deus, antes de subir para outra etapa.
Durante os 4.000 anos da era do Antigo Testamento, Deus trabalhou por meio de revelações veiculadas por intermédio dos Seus anjos e profetas, ensinando a Sua Palavra ao seu povo, pela obediência seriam elevados às posições de servos de Deus, ficando a viver na esperança da vinda do Messias.
Deus estava a prepará-los para a vinda de uma pessoa extraordinária que os poderia elevar da posição de servos para se tornarem filhos adoptivos e eventualmente filhos da Sua linhagem. Com a vinda do filho da linhagem de Deus, os filhos adoptivos não deveriam casar-se sem o verdadeiro filho receber primeiro aquela bênção.
Há muitas denominações Cristãs que enfatizam o permanecer solteiro para servir Cristo. A razão desta tradição tem por base viver na posição de filhos adoptivos que querem totalmente servir e seguir Cristo.
João Baptista estava na posição de filho adoptivo e como um fruto da história do Antigo Testamento, João Baptista permaneceu solteiro até a idade dos 30 anos e foi proclamar a verdade que lhe era revelada para o deserto. Ele alertou as pessoas para que estivessem prontas para o dia glorioso da vinda do Messias. A vida de João Baptista ajustava-se certamente com a descrição do papel do filho adoptivo. A sua missão era cuidar e preparar as pessoas para as trazer a reconhecer e a seguirem o Messias; João Baptista como um grande profeta reconhecido por muitos, poderia criar unidade com as pessoas que o seguiam e ser uma ponte que as traria para o Messias.
João Baptista deveria ser um exemplo e pioneiro a seguir o Messias capaz de influenciar todos os rabis e outros líderes religiosos, João deveria agir como um guia que trazia os seus seguidores ao verdadeiro e único portão da salvação, o Messias Jesus Cristo.
João Baptista ganhou a reputação de um homem íntegro de Deus, um profeta.
Se João fosse um exemplo e pioneiro a proclamar ao mundo, "Aqui está o Messias! Este é o homem por quem temos esperado ao longo de história", então poderia abrir caminho para que todos os homens seguissem Jesus sem qualquer reserva e o aceitassem como o Messias. Esse era concerteza o plano e a vontade de Deus. Porém, contrariamente ao plano de Deus, João Baptista não se tornou um dos discípulos de Jesus e criou-se uma separação entre João e o povo de Israel.
Este homem que estava na posição de filho adoptivo deveria ser exemplo a guiar os seus seguidores e a influenciar a nação de Israel a seguir o Messias. Não deveria ter surgido qualquer desprezo entre o povo de Israel e o Messias, com as pessoas a dizer, "Nós realmente somos o Judaísmo, e tu nada tens a ver connosco."
A Segunda Vinda do Messias tem de acontecer uma vez mais. O Papa actualmente é o líder do Catolicismo, será que ele poderá dizer, "eu não posso dar ouvidos a uma pessoa estranha. Vamos reunir os nossos cardeais e bispos para examinar se essa pessoa é realmente o Messias. Será que eles tem autoridade para testar e descobrir a verdade de Deus.” O reconhecimento do trabalho de Deus não funcionará dessa forma! O Messias não tem de ter o reconhecimento do Papa, cardeais ou bispos. Ele só pode ser credenciado e reconhecido por Deus.
Podemos assim também compreender que João Baptista veio com o papel de um filho adoptivo que não deveria julgar e distanciar-se do trabalho de Jesus que disse e mostrou ser o filho de Deus, João Baptista jamais deveria abandonar a ligação depois do seu encontro e revelação que teve com Jesus e deveria tornar-se o exemplo de um bom discípulo de Jesus.
Vejamos então qual pode ser a diferença entre um filho adoptivo e um filho verdadeiro. Externamente são semelhantes no seu corpo físico. A única diferença está no facto do filho adoptivo ter nascido através da linhagem satânica, enquanto o verdadeiro filho vem de uma linhagem divina como o herdeiro directo de Deus.
O verdadeiro filho de Deus não pode nascer de uma linhagem satânica. Esta diferença é muito importante. Se Satanás pudesse reivindicar e dizer, "Este filho foi concebido na minha linhagem", então aquela pessoa não poderia ser chamada um verdadeiro filho de Deus.
Quem somos nós? Na Bíblia há uma analogia da oliveira selvagem e da verdadeira oliveira. Embora queiramos estar do lado de Deus, ainda somos considerados oliveiras selvagens, nascidos de uma linhagem satânica que vem de um mundo selvagem (não ligado à linhagem de Deus). Satanás tem o direito de reivindicar as oliveiras selvagens, e todo o mundo caído é como oliveiras selvagens.
Deus precisa ter uma certa fundação para prosseguir com o Seu trabalho providencial da restauração. Para criar essa fundação, Deus estabeleceu a religião e escolheu um povo. Até mesmo o próprio Deus não tem qualquer liberdade para cortar e eliminar oliveiras satânicas do modo que quiser. Ele teve de ir reclamando o Seu próprio reino apelando à consciência dos homens que Lhe querem ser obedientes. Embora só houvessem oliveiras selvagens no mundo, Deus escolheu algumas que O procuram e Lhe obedecem e as foi reivindicando como Suas, e deste modo Deus poderá ir moldando como quer dentro daquele reino particular. Deus precisa da Sua pequena área escolhida para a trabalhar e limpar através da religião (trabalho de restauração), e depois eventualmente vai expandi-la ao nível mundial. O tempo em que todo o mundo deveria estar pronto para mudar a linhagem é verdadeiramente aquele a que o mundo religioso chama os Últimos Dias, o tempo para o fim do mal e início do estabelecimento do Reino de Deus.
Na história humana, o mundo estará pronto pela segunda vez para o estabelecimento do Reino de Deus. A primeira vez foi no tempo de Jesus Cristo, quando na perspectiva de Deus estava completo o tempo de preparação para a vinda do Messias. A segunda vez é com a Segunda Vinda do Messias, que terá lugar após cerca de 2.000 anos de Cristianismo.
Quando chega o tempo em que as condições sociais deveriam estar propícias, Deus enviará novamente a verdadeira oliveira de origem divina, ou linhagem divina. Essa pessoa vem sem qualquer contaminação do mundo satânico e então poderão ser enxertados os troncos das oliveiras selvagens na verdadeira oliveira.
Como é que nós sabemos que Jesus é o Filho da Linhagem de Deus?
O Messias é o puro fruto final da história providencial de Deus para a restauração e salvação. As oliveiras selvagens são cultivadas de tal forma que quando vier a verdadeira oliveira, Deus possa cortá-las e possa enxertar os troncos das oliveiras selvagens com o que vem da raiz da verdadeira oliveira. É assim como o homem caído se pode tornar num verdadeiro filho de Deus. Este é o princípio básico para nos tornamos verdadeiros filhos de Deus.
Mas como é que nós sabemos que Jesus Cristo é verdadeiramente o filho da linhagem de Deus? Qual é a prova?
Se olharmos para os resultados visíveis do trabalho da religião estabelecida, Buda fez um trabalho fisicamente mais visível, ele teve muitos mais discípulos durante a sua própria vida. O mesmo é verdade com Confúcio. Maomé também foi um líder religioso que teve mais discípulos que Jesus.
Qual é então o critério para podermos dizer que Jesus é o único filho puro de Deus?
Temos de reconhecer a diferença com toda a clareza. A explicação começa com o mesmo princípio: Jesus é o verdadeiro filho de Deus porque saiu de uma linhagem divina purificada ao longo dos tempos, enquanto os outros santos ou profetas como Buda, Confúcio e Maomé, não vieram de uma linhagem divina que tivesse sido completamente purificada. Não importa as realizações que puderam fazer, eles não tiveram a mesma fundação e qualificação que tinha Jesus Cristo.
Todos os antepassados deste mundo caído têm a sua origem em Adão e Eva. No universo, há a lei da restituição ou a lei da indemnização: Sem pagarmos os danos que foram feitos, não é possível a restauração à posição original.
Adão e Eva caíram porque se uniram com Lúcifer que se tornou Satanás em vez de se unirem com Deus. Eva ao unir-se com Lúcifer, rejeitou Deus e o seu legítimo futuro marido, Adão. Este é o ponto crítico e mais importante que temos de compreender.
Por esta razão o processo da restauração tem de começar com as mulheres ao serviço de Deus. Uma mulher causou a Queda, por isso as mulheres têm de começar por inverter o processo da Queda.
Uma vez que Eva ao unir-se com Lúcifer rejeitou Deus e o seu legítimo futuro marido, no processo providencial da restauração, a mulher na posição de Eva deverá unir-se com Deus e rejeitar as posições contrárias induzidas pelo mundo sob o domínio de Satanás, assim como os compromissos humanos aprovados no mundo sob o domínio satânico.
Na tradição Judaico-Cristã as mulheres jogaram um papel importante no processo providencial da restauração. Geralmente, as mulheres são muitas vezes mais fervorosas na sua convicção religiosa, enquanto os homens frequentemente são tentados a desempenhar um papel satânico, agindo tiranicamente com mulheres devotas que querem fazer a vontade de Deus.
As mulheres que tentaram seguir as directivas de Deus, muitas vezes tiveram de enfrentar dois tipos de dificuldades: As tradições do mundo sob o domínio de Satanás e os homens que lhes tentam dificultar a sua vida.
Jacob e Rebeca
O trabalho efectivo da providência da restauração começou 2.000 anos bíblicos depois da criação de Adão e Eva, no tempo de Isaac, Rebeca e Jacob. Quando lemos a história de Jacob no Antigo Testamento, podemos ver a história de Rebeca, a mãe de Jacob. Ela agiu providencialmente com muita esperteza e de uma forma extraordinária pela causa da providência de Deus.
Deus está na posição de Pai, e Adão estava na posição de filho. Eva devia estar conectada a Deus e ao seu noivo Adão. Rebeca veio da linhagem satânica e por isso estava na posição de Eva caída, também Isaac estava na posição de pai e Esaú na posição de filho vindos da linhagem do lado satânico. Rebeca para fazer a vontade de Deus e restaurar-se como Sua serva deveria agir mesmo tendo de rejeitar a direcção oposta daqueles que estavam na posição de pai e filho do lado satânico.
O relato Bíblico dos eventos é muito curto e não nos dá uma explicação completa do que aconteceu.
Porque é que Esaú estava do lado satânico?
Esaú e Jacob eram filhos gémeos, mas Esaú era o primogénito. Originalmente o primogénito era sempre o filho da herança de Deus. Mas a Queda Humana obrigou ao Princípio da Restituição que requer a inversão do processo de herança. O segundo filho que originalmente não tinha direito à herança deverá ser restaurado à posição de primogénito, e o primogénito deverá aceitar a posição do segundo filho. Tal não seria necessário se a Queda não tivesse ocorrido. Porém, Satanás reclamou o direito de domínio sobre o primogénito, sobre a primeira criação; assim Deus começou por reivindicar o direito da Sua soberania através do segundo filho que o fez elevar à posição de primogénito, desta forma Deus podia restaurar o direito da herança divina ao nascer.
Esta é a razão porque há uma tradição ao longo da Bíblia na qual Deus abençoa o segundo filho. Até mesmo no Egipto, todos os filhos primogénitos foram mortos enquanto os segundos filhos não foram. Quando Jacob abençoou os dois filhos de José, de acordo com o costume era suposto que a sua mão direita repousasse sobre a cabeça do primogénito, mas ele fez o contrário e cruzou os seus braços de forma a que a mão direita repousasse sobre o segundo filho. José disse-lhe, "Não é assim, meu pai. Este é o primogénito; ponha a sua mão direita na cabeça dele", mas Jacob respondeu, "Não obstante o seu irmão mais novo será maior que ele." Satanás reivindicou o primeiro mundo criado e o direito à sua herança. Quando vem o Messias, ele trará a restauração do mundo a partir da posição do segundo filho que é reivindicado por Deus.
No jardim do Éden, Eva ao unir-se com Lúcifer foi desonesta com Deus e com o seu futuro marido (Pai e filho). No processo da restauração, a mulher na posição de Eva para fazer a vontade de Deus deve ser capaz de enganar o pai e filho (Isaac e Esaú) que tinham posições contrárias a Deus. Esta é a razão porque Rebeca só poderia ser restaurada para serva fiel a Deus ao ser capaz de enganar Isaac e Esaú para fazer a vontade de Deus.
Como filho mais velho, Esaú estava sob o domínio da soberania do lado de Satanás. Jacob como segundo filho estava no lado para reclamar a soberania de Deus que deve ser restaurada à posição de autoridade do primogénito. Conhecendo o Princípio Divino de Deus, então já podemos compreender a estratégia de Jacob para tentar ganhar o direito que pertencia ao primogénito.
Até mesmo antes do seu nascimento, Esaú e Jacob começaram a lutar dentro do útero de Rebeca; eles não foram capazes de esperar até depois de nascer. Rebeca rezou a Deus, "Se é assim, porque é que eu vivo? " Deus disse-lhe, "Duas nações estão no teu ventre... e o mais velho servirá o mais novo."
A história do homem caído tem sido verdadeiramente uma luta entre o lado Caim e lado Abel. No jardim do Éden, Caim e Abel eram irmãos, nascidos em tempos separados. Durante a sua luta Caim matou Abel, mas 2.000 anos mais tarde a luta entre o lado Caim e o lado Abel começou dentro do útero da mãe. Rebeca agiu de um modo extraordinário, ela usou tácticas espertas e enganou até mesmo o seu próprio marido para trazer o segundo filho, Jacob, para a posição do primeiro filho ao serviço de Deus.
No tempo de Caim e Abel, a confrontação reforçou a soberania de Satanás quando Caim matou Abel e não fez progredir a providência da restauração de Deus. Porém, no tempo de Jacob, Deus ganhou a Sua primeira posição segura e assim pela primeira vez Deus pôde reclamar uma pequena fundação aqui na Terra. Rebeca para ajudar Jacob, rejeitou com sucesso o domínio exercido pelo pai e filho do lado satânico e restaurou assim a posição de Eva como serva de Deus.
Jacob foi vitorioso ao superar Esaú e reivindicar o direito do primogénito, e desta forma o segundo filho tomou a posição do primeiro. Com aquela vitória, já poderia começar a história do povo escolhido.
Até os teólogos têm tido dificuldade em compreender porque é que Deus favoreceu Jacob; As acções de Jacob seriam inaceitáveis para os nossos padrões de moral, e no mundo de hoje Rebeca e Jacob seriam considerados fraudulentos! Porém, o que eles fizeram não foi para o seu próprio ganho. Eles foram colocados numa posição para cumprir um papel na providência da restauração, e sem o cumprimento da sua condição não poderia ter começado a história da restauração de um povo de Deus. Eles foram escolhidos para desempenhar um papel muito difícil. Do ponto de vista de Deus, Jacob foi a primeira pessoa a ser vitoriosa e a dar início à história do povo de Deus. Antes desse tempo, não houve qualquer povo de Deus com a sua história providencial.
Jacob e Esaú
Depois de ganhar o direito de herança do primogénito que pertencia ao seu irmão mais velho Esaú, Jacob teve de fugir para longe do perigo. Jacob foi para Haraão e sofreu aí durante 21 anos. Isaac, Rebeca, e Esaú ainda estavam a viver como uma família na tradição do lado satânico da vida. Rebeca depois de ter ajudado Jacob com sucesso estava numa posição de ajudar a restaurar Esaú e Isaac. Isaac e Esaú estavam revoltados porque tinham sido enganados, e Rebeca agiu como uma protecção para Jacob ao ir ganhando os seus corações. Esaú estava tão furioso que queria matar Jacob e Rebeca tentou suavizar o seu coração assim como o coração do seu pai.
Será que Rebeca não comunicou com Jacob em Haraão?
Definitivamente que comunicou. Rebeca devia ter encorajado Jacob, "Prossegue e não te preocupes. Eu irei cuidar deste lado; tu continua e faz um bom trabalho."
Em Haraão, Jacob trabalhou muito arduamente, mas o seu tio Labão era malicioso e tirou partido dele, enganando-o mais de dez vezes. Enquanto suportava todas estas dificuldades, Jacob tinha de criar a sua família. Jacob trabalhou muito arduamente para se casar; o seu tio prometeu dar-lhe uma filha em casamento por troca de sete anos trabalho, mas depois Labão não lhe deu a filha que Jacob queria.
Como Labão estava na tradição do lado satânico, não quis entregar imediatamente a filha que Jacob queria. Ele acabou por atrasar o plano divino e então fez com que Jacob trabalhasse outros sete anos para se casar a sua segunda filha.
Jacob entraria novamente sob o domínio satânico se tivesse decidido ficar satisfeito apenas com o primeiro matrimónio que lhe tinha sido arranjado por Labão que representava o lado de Satanás. Jacob teve de continuar até que a sua meta fosse alcançada. Depois de trabalhar mais sete anos de trabalho árduo, Jacob ganhou o direito a ter Raquel, a filha que originalmente queria como a sua noiva. As duas esposas tiveram doze filhos, e os seus descendentes tornaram-se mais tarde nas doze tribos diferentes de Israel.
Durante 21 anos Jacob foi um emigrante que sofreu longe da sua casa. Ao ser vitorioso em Haraão, ele precisava de voltar à sua casa para ter uma confrontação final com Esaú. Só se conseguisse triunfar com o amor na sua família é que seria decisivamente vitorioso.
No caminho de volta para a sua pátria, Jacob teve de atravessar o vale de Jabok, e aí lutou toda a noite com um anjo. Aquela luta deveu-se ao facto da confrontação de Jacob com Esaú envolver agora duas famílias. Quando Jacob foi para Haraão era solteiro, mas voltou a Canaã com a sua família. Nessa altura, Esaú também tinha a sua família.
Qual era a diferença entre as duas famílias?
Deus e a família de Jacob estavam dum lado como uma força, enquanto Satanás e a família de Esaú eram outra força. À medida que o tempo para a confrontação se aproximava, Satanás estava numa posição de primeiro desafiar espiritualmente Jacob. Por esta razão o anjo foi escolhido para desafiar Jacob no vale de Jabok. Satanás podia desafiar Jacob a dois níveis: espiritualmente através do mundo angélico, e fisicamente através de Esaú.
Jacob teve de lutar toda a noite muito arduamente com o anjo no vale de Jabok. Jacob mentalizou-se, "Tu não me podes parar, porque eu já tenho 21 anos de trabalho árduo atrás de mim, e agora vou voltar a casa do meu pai para cumprir o capítulo final da providência que Deus me deu. Eu ganharei. Agora ninguém me pode parar ". Durante todos os seus 21 anos de sofrimento, Jacob esteve com Deus. Ele sentia que Deus estava presente com ele, e nos tempos difíceis Deus guiava-o e confortava-o.
Passou por muitas provações e testes que lhe foram dados por Labão, mas em todas as vezes conseguiu a vitória, Jacob sabia que o seu poder vinha de Deus. Ele sabia que estava protegido por Deus, que foi escolhido por Deus. A sua luta com o anjo foi tão forte que o anjo deslocou a coxa de Jacob, mas mesmo assim Jacob não teve intenção alguma de se render. Ele aguentou-se, lutando arduamente, e o anjo soube que não o poderia derrotar. A pedido de Jacob ele abençoou Jacob.
Foi a primeira vez na história, que um homem lutou contra um anjo e ganhou vitória. Ao ganhar sobre o anjo, Jacob estabeleceu duas condições. Primeira, porque o anjo derrotado representava o mundo espiritual, agora Jacob poderia ter domínio sobre o mundo espiritual. Segunda, porque Satanás é um anjo caído, agora Jacob possuía uma condição para vencer o mundo satânico. Quando o anjo se rendeu, ele deu a bênção a Jacob, e deu-lhe um nome novo: Israel que quer dizer "vitorioso." Jacob estabeleceu verdadeiramente uma vitória e estava numa posição de herdar o mundo satânico. Isto significa que por causa da condição que ele fez, todo o mundo espiritual o ajudaria no curso que Jacob teria de percorrer. Ele conquistou realmente o mundo espiritual ao vencer o anjo. Ele também anulou o ataque satânico, porque o mundo espiritual já se lhe tinha rendido. Espiritualmente, a batalha foi ganha. Agora Jacob poderia ir com a sua família para a última confrontação física com Esaú.
Qual foi a estratégia de Jacob?
A sua mente concentrou-se numa coisa: cumprir o trabalho providencial de implantar o amor de Deus na sua família. Ele nem mesmo se preocupou com as suas posses. Jacob tinha ganho muita riqueza em Haraão, mas ele deu-a totalmente a Esaú como um presente.
Depois de Jacob ter comprado o seu direito de primogénito, Esaú ficou muito, mesmo muito zangado, sempre a pretender matar Jacob. Mas com o passar dos anos o seu coração foi suavizado pela sua mãe, e quando Jacob lhe mandou o fruto de 21 anos do seu trabalho árduo como um presente, o coração de Esaú foi derretido.
De facto aqui podemos ver o carácter de Esaú. Ele era um homem muito pragmático que não se preocupava muito com ideais ou com a providência de Deus. Toda a sua preocupação era com o seu estômago e a sua fortuna, por isso vendeu o direito de primogénito por uma tigela de lentilhas. Quando recebeu todos aqueles bonitos presentes sorriu de orelha a orelha. Aconteceu uma coisa maravilhosa, Esaú deu as boas-vindas a Jacob, e abraçou-o. "Eu não vou questionar o passado; tu és o meu irmão. Eu te aceito." Este momento da reconciliação dos irmãos foi um bonito evento.
Qual foi o resultado? A família foi unida. Embora fosse o campeão de Deus, Jacob era um pecador, mas ele triunfou porque toda a família foi unida sob o domínio da vontade de Deus. Durante milhares de anos o Judaísmo e o Cristianismo não souberam o significado providencial por detrás disto.
Tamar
Através do processo vitorioso de restauração de Jacob, foi estabelecida a primeira família de Israel, que foi unida por Jacob, para criar o povo de Deus. Porém, vamos notar que naquela altura Jacob e Esaú já tinham à volta dos 40 anos de idade. Embora Jacob conseguisse a vitória, permanecia um intervalo de tempo entre o tempo da sua concepção no útero da sua mãe até à sua idade de 40 anos, um intervalo que Satanás ainda poderia reivindicar. Ao tirar proveito deste intervalo, Satanás ainda poderia trabalhar de muitas formas para bloquear a providência de Deus.
Para dar continuidade ao Seu plano providencial da restauração, Deus precisou de mais uma etapa providencial, que foi cumprida através de Judah, o quarto filho de Jacob. A vinda do Messias foi predita ser através da tribo de Judah porque através dele Deus pôde fechar à invasão satânica o intervalo de tempo da vida entre o útero da mãe e a idade da vitória de Jacob.
A nora de Judah era Tamar. Quando o marido de Tamar morreu, o desejo dela era fazer a vontade de Deus, de deixar um filho para continuar a linhagem de Judah. De acordo com a tradição de Israel, se um marido morresse sem deixar filhos, o seu irmão deveria cumprir o papel de marido para que a esposa pudesse conceber um filho. Porém, o irmão do marido de Tamar mostrou-se relutante para o fazer. Ele foi castigado, e também morreu. O segundo irmão do seu marido era muito jovem, contudo quando chegou à maioridade, Judah não o deu em casamento a Tamar.
Tamar sabia que a família de Judah era a família escolhida por Deus, mas parecia não haver modo algum de poder deixar um filho desta família. Porém, Tamar concebeu a ideia de enganar o seu sogro para o levar a desempenhar o papel de seu marido. O seu acto está registado na Bíblia, ela disfarçou-se como uma prostituta e montou uma pequena tenda, e um dia ela tentou Judah quando ele por ali passou. Ele realmente foi tentado, e sem saber que a mulher era a sua nora envolveu-se numa relação, e ela concebeu.
Normalmente quando lemos uma história como esta na Bíblia deixaríamos de a acreditar: "Que tipo de livro é este?" Mas essa é uma visão externa superficial. Olhemos o evento do ponto de vista de Deus. Quando conhecemos o Princípio de Deus sabemos porque é que estas coisas são inevitáveis. O papel de Tamar era semelhante ao de Rebeca, assumir a posição de Eva, e como Rebeca também Tamar concebeu gémeos. No tempo de Rebeca, a luta entre o lado Caim e o lado Abel resolveu-se muito depois de nascimento, mas com Tamar a luta resolveu-se logo dentro do útero da mãe.
Tamar concebeu para os dois mundos dentro do seu útero; concebeu para o mundo de Satanás, e concebeu para o mundo de Deus. Aqui para haver restituição era necessário que o filho mais novo tomasse a posição do filho mais velho. Eles tinham um grande significado histórico porque os dois filhos representavam os lados Caim e Abel, Satanás e Deus. O lado de Satanás, representado na posição do filho mais velho, foi vencido até mesmo antes de nascer, pelo lado de Deus representado pela posição do segundo filho.
Leiamos este capítulo na Bíblia, e veremos a semelhança de eventos relativos a Rebeca e a Tamar. Duas crianças lutaram dentro dos seus úteros. As duas mães ficaram intrigadas, e dirigiram-se a Deus em oração, "Deus, o que estás acontecer comigo? Os meus filhos estão a lutar até mesmo antes de nascerem!" Deus respondeu a Tamar tal como respondeu a Rebeca, dizendo, "Dentro do teu ventre estão duas nações, e o mais novo deve ser maior que o mais velho."
A confrontação e resolução veio a ter lugar na altura do nascimento.
Como é assegurada a posição do primogénito?
O primeiro a sair do ventre da sua mãe é o primogénito. Certamente que o bebé que estava na posição de ser o filho tipo Esaú, representante da soberania de Satanás, queria ser o primeiro a nascer de Tamar. Ele lutou para ser o primeiro a nascer, e exteriorizou o seu braço. Quando saiu o braço do bebé, a parteira atou uma fita vermelha ao redor do seu pulso. Zerah foi desta forma o primogénito e a fita vermelha no seu pulso foi a predição de uma expansão antecipatória do comunismo ateu nos Últimos Dias. Porém, naquele momento, o segundo filho, Perez, puxou Zerah para dentro do útero! Depois que o braço de Zerah foi puxado novamente para dentro do útero, Perez saiu em primeiro lugar.
Este relato mostra que a luta entre o lado Caim e lado Abel teve a resolução ali mesmo dentro do útero da sua mãe. O filho mais velho foi ultrapassado pelo segundo filho que acabou por vir ao mundo como sendo o primogénito, a partir daquela altura foi completada para o lado de Deus a vitória de Jacob sobre Esaú logo a partir do nascimento, facto que não tinha acontecido com Jacob desde a sua vida no útero da mãe até à idade em que Jacob foi vitorioso sobre Esaú.
Através destes eventos providenciais a tribo de Judah veio a ocupar uma posição muito especial do ponto de vista de Deus. Porque a luta para o ganho de domínio entre o lado Caim e o lado Abel foi resolvida no útero da mãe, deixou de haver qualquer condição para Satanás poder reivindicar um bebé a partir do útero de uma mãe escolhida por Deus na tribo de Judah. Esta é a razão porque Jesus Cristo só podia ser concebido na linhagem de Judah. Deus sempre planeou para que Satanás não tivesse qualquer poder para reivindicar um bebé a partir do útero da mãe. O acto de Tamar anulou completamente a reivindicação de Satanás sobre o Messias que iria nascer, a começar logo a partir do útero da mãe até atingir a sua maturidade. Foi verdadeiramente uma grande vitória de alegria para Deus.
Maria
Porém, todos os eventos para inverter o processo de Queda foram somente uma preparação para a concepção de uma nova linhagem. O filho da verdadeira linhagem de Deus ainda não tinha sido concebido. Depois de Tamar passaram-se mais 2.000 anos da história de Israel.
Porque é que Deus teve de esperar pelo Messias durante mais 2.000 anos?
Deus precisava ter a fundação de uma nação, porque o trabalho do Messias só poderia triunfar através de uma nação soberana. Não bastava ter uma família, mas a nação de Israel tinha de ser formada. A partir da fundação vitoriosa na família de Jacob, a formação de tribos e de uma nação levou 2.000 anos. Após essa fundação nacional chegou o tempo certo para o advento do Messias. Por isso a vitória no tempo de Jacob desenvolveu-se a vários níveis: A nível de Jacob, a nível de Judah, e a nível de Tamar, e passados 2.000 anos a nível nacional com o facto do nascimento do filho de Deus.
A vitória de Jacob representa a vitória a nível do indivíduo, família e tribo, mas não a nível de uma nação.
Quando Deus tivesse êxito na aceitação do Seu Filho a nível nacional, a partir da vitória numa nação soberana poderia mais facilmente expandir o padrão alcançado a todas as outras nações do mundo para também serem enxertadas no reino de Deus. Este era concerteza o plano de Deus.
De novo, as mulheres desempenharam o papel principal na providência da restauração. Neste tempo Maria foi escolhida para ser a campeã, e o seu papel era semelhante aos papéis de Rebeca e Tamar: ela estava numa posição de enganar o pai e o filho na posição do lado satânico. O noivo de Maria, José, estava na posição de pai do lado satânico. Qual era a razão? Quando Eva caiu no Jardim de Éden, Adão estava na posição de seu noivo; ela rejeitou ouvir primeiro Deus e depois o seu noivo que lhe estava destinado por Deus, e escolheu unir-se com Satanás. José e Maria estavam na posição de Adão e Eva antes do Queda no Jardim do Éden, numa relação de compromisso de noivos. No Jardim de Éden, Satanás uniu-se a Eva que estava comprometida com Adão e desviou-a do plano de Deus. Para restituição, nesta altura Deus levou Maria a aceitar conceber Jesus, pondo em causa o seu compromisso com José que ela deveria ter respeitado de acordo com a tradição estabelecida no mundo satânico.
Maria foi escolhida para cumprir o propósito de Deus e conceber um filho. Precisamos pensar bem nisto, foi já numa fase adiantada depois da concepção que o noivo descobriu que Maria estava grávida antes de terem casado.
O que poderia pensar também a família de José?
Talvez o seu pai e a sua mãe pudessem pensar, "Isto é incrível! Não podemos tolerar esta situação em nossa casa. Como é que ela tem um bebé, até mesmo sem estar casada com o nosso filho!" Quase de certeza que pensaram assim.
Porém, não era importante o que o José tenha pensado sobre ela, ou o que é que o pai de José pensou sobre a sua futura nora, a coisa mais importante era o que Satanás pudesse fazer.
Será que Satanás podia reivindicar aquele bebé?
Satanás não o podia reclamar, porque a condição para abolir a sua reivindicação tinha acontecido já com Tamar. Quando o anjo veio ter com Maria e lhe explicou a sua missão, Maria concerteza ficou literalmente chocada. Quase instantaneamente poderia querer recusar aquele papel porque ela sabia as suas consequências. Mas quando o anjo lhe contou a história de Deus, Maria concordou num acto de fé; ela estava pronta para se sacrificar, não se importando do sofrimento que pudesse vir a enfrentar; "Serei Vosso instrumento. Não Vos preocupeis comigo, mas faça-se a Vossa Vontade." Esta era a sua fé. Tal como Tamar e como Rebecca, ela comprometeu-se com risco para a sua vida a fazer a Vontade de Deus.
Assim, Deus escolheu uma filha que usou como Seu instrumento. Escolheu-a na fundação que Deus tinha estabelecido desde há 2.000 anos atrás, Maria concebeu o filho de Deus, um filho que não tinha qualquer conexão com Satanás. Só daquele modo é que Deus podia reivindicar uma linhagem pura. Esta é a razão pela qual Jesus é verdadeiramente o único filho unigénito de Deus. Jesus foi o primeiro homem na história que pôde perceber e herdar todo o amor de Deus. Ele nasceu com essa autoridade, e Deus ficou pela primeira vez na história com uma posição segura na Terra. "Agora Deus tinha o Seu filho, e não um filho adoptivo, Deus tinha na Terra um verdadeiro filho. O Seu único filho habitou na face da terra." Se o povo de Israel tivesse trabalhado e aprendido a qualificar-se com ele, as pessoas poderiam tornar-se nos verdadeiros filhos e filhas de Deus. O dia da esperança de pôr fim ao mal teria chegado para Deus e para a humanidade.
Devemos Conhecer toda a Verdade sobre Jesus
A vontade de Deus era que o Seu filho fosse próspero na sua vida nesta terra; O Seu filho deveria multiplicar como as estrelas do céu ou como as areias do oceano. Porém, durante os últimos 2.000 anos, as pessoas têm cultivado o pensamento que Jesus veio para morrer. Isso é absolutamente contrário à vontade de Deus. Jesus era o único filho de Deus e veio para prosperar, e para erigir o Reino de Deus aqui na Terra. A morte do Seu filho foi um choque para Deus que despedaçou o Seu coração. Deus sofreu muito com a morte do Seu único filho, contudo as pessoas ainda continuam a dizer, "o Teu filho veio para morrer." Defender esta convicção é uma tortura diária para o coração de Deus. O momento da crucificação foi o mais confrangedor e miserável para Deus porque Ele não enviou Jesus para morrer numa cruz.
Quando Jesus disse, "Meu Deus, porque me desamparaste?" Deus recusou responder-lhe e ficou como que zangado com esta expressão de Jesus, "Eu não quero que morras. Por isso não responderei."
Pela primeira vez na história de Cristianismo, alguém começa a desvendar o sofrimento de Deus. O mundo Cristão, tem ensinado e mantido um entendimento terrivelmente errado sobre a vontade de Deus e sobre o propósito da vinda de Jesus.
Poderíamos até questionar de acordo com a providência de Deus, se José estaria numa posição de poder ter relações de marido-esposa com Maria?
Na verdade não deveria estar. Maria foi apenas um instrumento de Deus e não deve ser vista como divina.
Assim os relatos Bíblicos poderão fazer mais sentido. Podemos assim compreender os registos do Antigo Testamento, o significado da vinda do Messias, e qual foi o erro do povo e nação escolhidos. Se temos mais luz no nosso entendimento, devemos também ser testemunhos dessa verdade. Todos os erros foram cometidos por causa de ignorância, mas tem de chegar o tempo em que a ignorância não pode ser tolerada e permitida, porque Deus revelará toda a verdade ao mundo. Depois da crucificação de Jesus a fundação Cristã pôde estabelecer-se a nível espiritual, mas inicialmente Deus pretendia também estabelecer uma fundação terrena.
Mas o Cristianismo só tem pais espirituais. Jesus está na posição de pai espiritual, e o Espírito Santo está na posição de mãe espiritual. Podemos renascer espiritualmente ao seguir um pai e uma mãe espirituais, mas através deles só podemos receber a salvação espiritual. Por isso, a tradição Cristã tem negado o valor do mundo físico que deveria ter sido também a fundação do Cristianismo.
Precisamos de um Cristianismo novo que saiba como construir o Reino de Deus no mundo espiritual e o mundo físico, porque essa era a intenção original de Deus. Deus nos revela a Sua verdade para que possamos fazer uma nova história que nos leve a criar o Reino do Céu na Terra.
Se Adão e Eva não tivessem caído, hoje estaríamos a viver no Reino de Deus. Por causa Queda humana temos vivido a criar um Mundo de Ignorância que gera todo o tipo de conflito. Todas as pessoas precisam de conhecer a verdade de Deus.
Precisamos conhecer o Deus que se revela na história providencial, o Deus que se quer manifestar no presente e no futuro, imutável, eterno, todo-poderoso e um Pai de amor.
A meta do ser humano é alcançar a perfeição e não é tornar-se apenas um servo ou um filho adoptivo, mas sim um verdadeiro filho e filha da linhagem de Deus.
Só podemos transformar o nosso mundo ao transformarmos os seres humanos nos verdadeiros filhos de Deus que constroem literalmente o Reino de Deus aqui na terra.
A responsabilidade das pessoas que vivem em tempos de transição tal como o tempo que hoje vivemos é muito grande; o mundo do futuro vai depender dos homens influentes que no tempo de transição decidem aceitar ou não por em prática a verdade que Deus nos vai revelando de variadas formas.
terça-feira, 14 de Julho de 2009
domingo, 30 de Março de 2008
A Missão do Messias
A Missão do Messias
A Providência da Salvação
Todos os Seres Humanos foram criados como filhos de Deus.
O objectivo da Criação seria alcançado ao atingirmos a perfeição e ao tornarmo-nos a encarnação da bondade, deveríamos então viver no Reino de Deus na Terra e no Mundo Espiritual.
Por causa da Queda dos primeiros antepassados, o homem tornou-se uma encarnação do pecado e do mal e desde então tem vivido em sofrimento, quer na Terra, quer no Mundo Espiritual.
Abandonaria Deus o Seu Ideal original para a Criação e deixá-lo-ia por realizar? Claro que não.
Como Deus declara:
Isaías 46:11 “Disse-o e cumpri-lo-ei; decidí-o e executá-lo-ei”
Porque o homem foi criado como filho de Deus, então Deus tem trabalhado para a sua salvação.
A Salvação é a restauração do homem caído e pecador ao seu estado de pureza e bondade original. O homem terá de ser educado a tornar-se um Indivíduo Ideal para que centrado em Deus possa criar uma Família; a base para construir uma Sociedade, Nação e Mundo Ideal.
A Salvação através da Re-criação
Uma pessoa perfeita é um Templo de Deus e Deus habita no seu ser. (Vive em unidade com Deus, que se torna o centro dos seus pensamentos e das suas acções). Tal como está expresso na Bíblia:
Co 3:16 “Não sabeis que sois templos de Deus e que o espírito de Deus habita em vós?"
Jo 14:20 “Nesse dia, conhecereis que estou em meu Pai e vós em Mim e Eu em vós,”
A situação de um Crente que tem necessidade de uma vida de oração e cultos, demonstra a sua posição de homem caído que tacteia desesperadamente à procura de Deus que perdeu. Se os primeiros antepassados no Jardim do Éden não tivessem caído e vivessem em unidade com Deus, criassem a família com o Seu Amor e transmitissem a verdadeira tradição e linhagem aos seus descendentes. Hoje o homem não precisava de Salvador, nem de criar locais de oração, nem de Bíblias para estudo, nem de retiros e vigílias de oração,...
O Messias (Salvador) será a origem de todas as pessoas ideais. Ele próprio será o modelo como Indivíduo que cria a Família Ideal onde o Amor de Deus pode habitar, como a base para criar a Sociedade, Nação e Mundo Ideal (ou o Reino do Céu, isto é do Amor de Deus, tal como foi concebido originalmente) .
A Salvação através da Cruz
A Crucificação de Jesus
Deus não queria enviar o Seu Filho a um povo sem fé. Deus amava o povo eleito, os Israelitas, que deveriam preparar a fundação para a vinda do Messias, tal como Deus lhes tinha profetizado. Depois de uma longa tradição de uma vivência centrada no Antigo Testamento, Deus preparou um grande profeta, João Baptista, para dar testemunho do Messias.
Jesus proclamou que era o Filho de Deus, mas foi rejeitado e maltratado pelos líderes e seguidores do Judaísmo que deviam estar preparados para o seguir ao observarem o Antigo Testamento. Mas eles consideraram-O um blasfemo e finalmente pediram para que fosse crucificado.
Ironicamente os dirigentes pagãos dessa época sabiam que Jesus estava inocente (Jo 18:38, Mt 27:19-23, Mc 15:10-14, Lc 23:13-16)
Lc 23:13-16 “Pilatos convocou os príncipes dos sacerdotes, os chefes e o povo... Interroguei-O diante de vós e não encontrei n’Ele nenhum dos crimes de que O acusais ... Ele nada praticou que mereça a morte. Vou, portanto libertá-Lo, depois de O castigar.”
A vontade de Deus era clara: o povo eleito devia acreditar em Jesus (Jo 6:29, 10:37-38)
Jo 10:37-38 “Se não faço as obras de Meu Pai, não Me acrediteis. Mas, se as faço, e não credes em Mim, crede nas Minhas obras; para que conheçais e acrediteis que o Pai está em Mim e Eu n’Ele.”
Jo 1:11 “Veio ao que era Seu e os Seus não o receberam”
I Co 2:8 “nenhum dos príncipes deste mundo conheceu; se, de facto, a tivessem conhecido, não teriam crucificado o senhor da Glória!”
Jesus fez a mesma oração três vezes em Getsémani, para não ser crucificado.
Mt 26:38-38 “A minha alma está numa tristeza de morte, ficai aqui e vigiai comigo... Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice!”
Porque é que Jesus orou deste modo com tristeza, se o objectivo da sua morte era trazer a alegria da salvação? Se Estevão e outros mártires preferiram a sua salvação e para tal deram a sua vida com alegria, com toda a certeza que também Jesus teria morrido alegremente na cruz se ele visse que com a sua morte trazia a alegria total a Deus de ver o Mundo restaurado e livre do pecado, sem ter de deixar Israel e o povo escolhido, porque o rejeitou, com o seu futuro ameaçado e sem ter de deixar ficar ainda um caminho de grande sofrimento para os seus seguidores até à Segunda Vinda de Cristo.
Se a morte de Jesus na cruz estivesse predestinada por Deus, porque diria Jesus a Judas Escariotes,
Mt 26:24 “... mas ai daquele por quem o Filho do Homem vai ser entregue; melhor seria para esse homem não ter nascido.”
E como podemos explicar o facto de Jesus exclamar com tristeza na cruz:
Mt 27:46 “... Meu Deus, Meu Deus, porque me abandonaste?”
O Grau de Salvação pela Cruz e a Necessidade da Segunda Vinda
Se o povo de Israel tivesse acreditado e O tivesse recebido, Jesus não teria de pagar o preço da infidelidade, mas Jesus teria estabelecido o Reino do Céu na Terra (o mundo em que todos acreditariam e seguiriam o Filho de Deus). Os mundos Judeu e Cristão nunca se dividiriam e os primeiros Cristãos não teriam de suportar tão terríveis sofrimentos e nada justificaria uma Segunda Vinda.
Quando o povo escolhido, que devia estar preparado para O receber, não acreditou e rejeitou e Jesus. Deus teve de pagar o preço da falta de fé, dando a vida do Seu único Filho como resgate a Satanás para poder salvar espiritualmente a humanidade que viesse a acreditar e seguir Jesus. Ao ressuscitar Jesus, Deus abriu apenas o caminho da salvação espiritual (livre da invasão satânica). Os corpos físicos ainda ficam sujeitos à invasão satânica e continuam à espera da redenção. (Rom 11:17, Rom 8:23)
Rom 7:24-25 “Que desditoso homem eu sou! Quem me há-de libertar deste corpo de morte?... Sou eu mesmo que, pela razão, me submeto à lei de Deus e, pela carne à lei do pecado.”
Paulo confessa sua devoção, sob a graça do Senhor, mas a sua carne continuava a ser oprimida pelo pecado. Para nos protegermos a Bíblia ensina-nos a que “rezemos constantemente” (1 Tes 5:17).
A humanidade está ainda sob o domínio do pecado original,
Jo 1:10 “Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso ...”
É necessária a Segunda Vinda de Cristo para eliminar totalmente o pecado do mundo.
Dois Tipos de Profecias a Respeito do Messias
Porque é que Isaías 53 prevê o sofrimento e a morte do Messias?
Mas também o mesmo Isaías 9, 11, 60 e Lucas 1:31-33 profetizam que o Messias virá como o Filho de Deus e como o Rei dos reis e estabelecerá o Reino do Céu na Terra.
Deus não pode interferir no Livre Arbítrio que deu ao homem.
A responsabilidade de Deus é enviar o Messias, mas é da responsabilidade do homem acreditar no Messias que Deus envia. O povo escolhido de Israel falhou no cumprimento da sua responsabilidade que era acreditar no Filho de Deus para que se cumprissem as profecias de Senhor de Glória.
Jesus teve pagar o preço da descrença (cumprindo a profecia do Messias que aceita o sofrimento), para abrir o caminho da salvação espiritual, daí a razão das duas profecias.
João Baptista e o Regresso de Elias
O Messias e Elias
Deus profetizou a vinda do Messias, que o povo escolhido esperava ansiosamente que viesse.
A vontade de Deus era que o povo de Israel reconhecesse o Seu Filho e O recebesse.
Se examinarmos a segunda vinda de Elias, tal como é profetizada em Malaquias.
Mal 4:5 “Eis que vos enviarei o profeta Elias antes que venha o grande e terrível dia do Senhor.”
Elias foi um profeta de Israel que viveu novecentos anos antes de Jesus. Está escrito que ele ascendeu ao céu num carro de fogo (2 Reis 2:11). O Antigo Testamento indicava claramente que a vinda de Elias era o sinal que precedia a chegada do Messias.
Quando Jesus aparece e proclama ser o Filho de Deus. O povo de Israel que não tinha ainda ouvido falar da vinda de Elias, perguntava: “Como pode Jesus de Nazaré ser o Filho de Deus”
O povo de Israel desafiou os discípulos de Jesus a responder-lhes onde é que estava Elias que deveria preceder o Messias. Os discípulos não sabiam a resposta e vieram então perguntar a Jesus.
Mt 17:10,13 “Então porque é que os escribas dizem que Elias voltará primeiro?” Ele respondeu: “Sim, Elias há-de vir e restabelecerá todas as coisas. Eu, porém, digo-vos: Elias já veio, e não o reconheceram; trataram-no como quiseram ... Então compreenderam os discípulos que se referia a João Baptista.”
Os discípulos podiam facilmente acreditar em Jesus, mas será que os escribas e o povo de Israel podiam acreditar que João Baptista era a segunda vinda de Elias.
O próprio Jesus sabia que as pessoas não iriam aceitar isso facilmente quando dizia.
Mt 11:14 “E, se quereis acreditar, ele é Elias que estava para vir. Quem tem ouvidos que oiça.”
Jesus era conhecido como aquele que abolia a Lei (Mt 5:17). Era o amigo dos cobradores de impostos e dos pescadores, diziam-no glutão e bebedor (Mt 11:19).
Os dirigentes Judeus foram ao ponto de declarar que Jesus trabalhava pelo poder de Belzebu, o príncipe dos demónios (Mt 12:24).
João Baptista era filho de uma família proeminente e os milagres sobre a sua concepção e nascimento eram conhecidos em toda a nação (Lc 1:15,66). João gozava de uma estima tal que desde os sumo-sacerdotes até às pessoas comuns, todos perguntavam se era ele o próprio Messias (Lc 3:15; Jo 1:20). Nestas circunstâncias, o povo de Israel tinha tendência para acreditar mais em João Baptista, que garantia não ser Elias, do que em Jesus, que dizia que João Baptista era Elias.
A Missão de João Baptista
O israelitas que acreditavam literalmente na Palavra do Antigo Testamento, pensavam que o Elias original desceria mesmo do céu. Mas Deus tinha escolhido João Baptista que veio com a missão de Elias (Lc 1:17).
Se João tivesse proclamado ser Elias e tivesse testemunhado que Jesus era o Messias, os Judeus dessa época teriam podido reconhecer e receber Jesus conseguindo assim receber a salvação.
Jo 1:33 João disse, “E eu não o conhecia; mas aquele que me enviou a baptizar em água é que me disse: aquele sobre quem vires o Espírito descer e permanecer é que baptiza no Espírito Santo (Cristo). Vi com os meus olhos, e sou testemunha de que ele é o filho de Deus.”
Assim, Deus dá a João Baptista uma revelação directa de que Jesus é o Filho de Deus. É verdade que, inicialmente, João cumpriu a missão de testemunhar sobre Jesus Cristo, mas infelizmente não o fez durante toda a sua vida, ele que vinha com a missão de preparar o caminho do Messias (Lc 1:76). João devia ter seguido Jesus como um dos seus discípulos.
Pouco antes de João Baptista morrer na prisão, começou a ter dúvidas acerca da sua vida e de Jesus e enviou os seus discípulos perguntarem a Jesus:
Mt 11:3 “... És tu aquele que há-de vir ou devemos esperar outro.”
Este versículo mostra que João não acreditou em Jesus e falhou em servi-lo. Jesus ficou indignado com a pergunta de João e respondeu-lhe de um forma muito severa:
Mt 11:6 “E bem aventurado aquele que não encontra em mim ocasião de escândalo.”
Mt 11:11 Jesus disse, “... Entre os nascidos de mulher não apareceu ninguém maior do que João Baptista e, no entanto, o mais pequeno no Reino dos Céus é maior do que ele.”
Como se explica que, João Baptista, tendo nascido como o maior na história, pudesse ser o mais pequeno no Reino dos Céus?
Deus enviou João Baptista como o maior dos profetas, pois ele devia servir o Messias e testemunhá-lo perante todo o povo. Mas lamentalvelmente João falhou:
Mt 11:12 “ Desde os dias de João Baptista até agora, o Reino dos Céus tem sido objecto de violência e os violentos apoderaram-se dele à força.”
A falta de fé de João, influenciou a que muitas pessoas não tivessem fé em Jesus.
A Providência da Salvação
Todos os Seres Humanos foram criados como filhos de Deus.
O objectivo da Criação seria alcançado ao atingirmos a perfeição e ao tornarmo-nos a encarnação da bondade, deveríamos então viver no Reino de Deus na Terra e no Mundo Espiritual.
Por causa da Queda dos primeiros antepassados, o homem tornou-se uma encarnação do pecado e do mal e desde então tem vivido em sofrimento, quer na Terra, quer no Mundo Espiritual.
Abandonaria Deus o Seu Ideal original para a Criação e deixá-lo-ia por realizar? Claro que não.
Como Deus declara:
Isaías 46:11 “Disse-o e cumpri-lo-ei; decidí-o e executá-lo-ei”
Porque o homem foi criado como filho de Deus, então Deus tem trabalhado para a sua salvação.
A Salvação é a restauração do homem caído e pecador ao seu estado de pureza e bondade original. O homem terá de ser educado a tornar-se um Indivíduo Ideal para que centrado em Deus possa criar uma Família; a base para construir uma Sociedade, Nação e Mundo Ideal.
A Salvação através da Re-criação
Uma pessoa perfeita é um Templo de Deus e Deus habita no seu ser. (Vive em unidade com Deus, que se torna o centro dos seus pensamentos e das suas acções). Tal como está expresso na Bíblia:
Co 3:16 “Não sabeis que sois templos de Deus e que o espírito de Deus habita em vós?"
Jo 14:20 “Nesse dia, conhecereis que estou em meu Pai e vós em Mim e Eu em vós,”
A situação de um Crente que tem necessidade de uma vida de oração e cultos, demonstra a sua posição de homem caído que tacteia desesperadamente à procura de Deus que perdeu. Se os primeiros antepassados no Jardim do Éden não tivessem caído e vivessem em unidade com Deus, criassem a família com o Seu Amor e transmitissem a verdadeira tradição e linhagem aos seus descendentes. Hoje o homem não precisava de Salvador, nem de criar locais de oração, nem de Bíblias para estudo, nem de retiros e vigílias de oração,...
O Messias (Salvador) será a origem de todas as pessoas ideais. Ele próprio será o modelo como Indivíduo que cria a Família Ideal onde o Amor de Deus pode habitar, como a base para criar a Sociedade, Nação e Mundo Ideal (ou o Reino do Céu, isto é do Amor de Deus, tal como foi concebido originalmente) .
A Salvação através da Cruz
A Crucificação de Jesus
Deus não queria enviar o Seu Filho a um povo sem fé. Deus amava o povo eleito, os Israelitas, que deveriam preparar a fundação para a vinda do Messias, tal como Deus lhes tinha profetizado. Depois de uma longa tradição de uma vivência centrada no Antigo Testamento, Deus preparou um grande profeta, João Baptista, para dar testemunho do Messias.
Jesus proclamou que era o Filho de Deus, mas foi rejeitado e maltratado pelos líderes e seguidores do Judaísmo que deviam estar preparados para o seguir ao observarem o Antigo Testamento. Mas eles consideraram-O um blasfemo e finalmente pediram para que fosse crucificado.
Ironicamente os dirigentes pagãos dessa época sabiam que Jesus estava inocente (Jo 18:38, Mt 27:19-23, Mc 15:10-14, Lc 23:13-16)
Lc 23:13-16 “Pilatos convocou os príncipes dos sacerdotes, os chefes e o povo... Interroguei-O diante de vós e não encontrei n’Ele nenhum dos crimes de que O acusais ... Ele nada praticou que mereça a morte. Vou, portanto libertá-Lo, depois de O castigar.”
A vontade de Deus era clara: o povo eleito devia acreditar em Jesus (Jo 6:29, 10:37-38)
Jo 10:37-38 “Se não faço as obras de Meu Pai, não Me acrediteis. Mas, se as faço, e não credes em Mim, crede nas Minhas obras; para que conheçais e acrediteis que o Pai está em Mim e Eu n’Ele.”
Jo 1:11 “Veio ao que era Seu e os Seus não o receberam”
I Co 2:8 “nenhum dos príncipes deste mundo conheceu; se, de facto, a tivessem conhecido, não teriam crucificado o senhor da Glória!”
Jesus fez a mesma oração três vezes em Getsémani, para não ser crucificado.
Mt 26:38-38 “A minha alma está numa tristeza de morte, ficai aqui e vigiai comigo... Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice!”
Porque é que Jesus orou deste modo com tristeza, se o objectivo da sua morte era trazer a alegria da salvação? Se Estevão e outros mártires preferiram a sua salvação e para tal deram a sua vida com alegria, com toda a certeza que também Jesus teria morrido alegremente na cruz se ele visse que com a sua morte trazia a alegria total a Deus de ver o Mundo restaurado e livre do pecado, sem ter de deixar Israel e o povo escolhido, porque o rejeitou, com o seu futuro ameaçado e sem ter de deixar ficar ainda um caminho de grande sofrimento para os seus seguidores até à Segunda Vinda de Cristo.
Se a morte de Jesus na cruz estivesse predestinada por Deus, porque diria Jesus a Judas Escariotes,
Mt 26:24 “... mas ai daquele por quem o Filho do Homem vai ser entregue; melhor seria para esse homem não ter nascido.”
E como podemos explicar o facto de Jesus exclamar com tristeza na cruz:
Mt 27:46 “... Meu Deus, Meu Deus, porque me abandonaste?”
O Grau de Salvação pela Cruz e a Necessidade da Segunda Vinda
Se o povo de Israel tivesse acreditado e O tivesse recebido, Jesus não teria de pagar o preço da infidelidade, mas Jesus teria estabelecido o Reino do Céu na Terra (o mundo em que todos acreditariam e seguiriam o Filho de Deus). Os mundos Judeu e Cristão nunca se dividiriam e os primeiros Cristãos não teriam de suportar tão terríveis sofrimentos e nada justificaria uma Segunda Vinda.
Quando o povo escolhido, que devia estar preparado para O receber, não acreditou e rejeitou e Jesus. Deus teve de pagar o preço da falta de fé, dando a vida do Seu único Filho como resgate a Satanás para poder salvar espiritualmente a humanidade que viesse a acreditar e seguir Jesus. Ao ressuscitar Jesus, Deus abriu apenas o caminho da salvação espiritual (livre da invasão satânica). Os corpos físicos ainda ficam sujeitos à invasão satânica e continuam à espera da redenção. (Rom 11:17, Rom 8:23)
Rom 7:24-25 “Que desditoso homem eu sou! Quem me há-de libertar deste corpo de morte?... Sou eu mesmo que, pela razão, me submeto à lei de Deus e, pela carne à lei do pecado.”
Paulo confessa sua devoção, sob a graça do Senhor, mas a sua carne continuava a ser oprimida pelo pecado. Para nos protegermos a Bíblia ensina-nos a que “rezemos constantemente” (1 Tes 5:17).
A humanidade está ainda sob o domínio do pecado original,
Jo 1:10 “Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso ...”
É necessária a Segunda Vinda de Cristo para eliminar totalmente o pecado do mundo.
Dois Tipos de Profecias a Respeito do Messias
Porque é que Isaías 53 prevê o sofrimento e a morte do Messias?
Mas também o mesmo Isaías 9, 11, 60 e Lucas 1:31-33 profetizam que o Messias virá como o Filho de Deus e como o Rei dos reis e estabelecerá o Reino do Céu na Terra.
Deus não pode interferir no Livre Arbítrio que deu ao homem.
A responsabilidade de Deus é enviar o Messias, mas é da responsabilidade do homem acreditar no Messias que Deus envia. O povo escolhido de Israel falhou no cumprimento da sua responsabilidade que era acreditar no Filho de Deus para que se cumprissem as profecias de Senhor de Glória.
Jesus teve pagar o preço da descrença (cumprindo a profecia do Messias que aceita o sofrimento), para abrir o caminho da salvação espiritual, daí a razão das duas profecias.
João Baptista e o Regresso de Elias
O Messias e Elias
Deus profetizou a vinda do Messias, que o povo escolhido esperava ansiosamente que viesse.
A vontade de Deus era que o povo de Israel reconhecesse o Seu Filho e O recebesse.
Se examinarmos a segunda vinda de Elias, tal como é profetizada em Malaquias.
Mal 4:5 “Eis que vos enviarei o profeta Elias antes que venha o grande e terrível dia do Senhor.”
Elias foi um profeta de Israel que viveu novecentos anos antes de Jesus. Está escrito que ele ascendeu ao céu num carro de fogo (2 Reis 2:11). O Antigo Testamento indicava claramente que a vinda de Elias era o sinal que precedia a chegada do Messias.
Quando Jesus aparece e proclama ser o Filho de Deus. O povo de Israel que não tinha ainda ouvido falar da vinda de Elias, perguntava: “Como pode Jesus de Nazaré ser o Filho de Deus”
O povo de Israel desafiou os discípulos de Jesus a responder-lhes onde é que estava Elias que deveria preceder o Messias. Os discípulos não sabiam a resposta e vieram então perguntar a Jesus.
Mt 17:10,13 “Então porque é que os escribas dizem que Elias voltará primeiro?” Ele respondeu: “Sim, Elias há-de vir e restabelecerá todas as coisas. Eu, porém, digo-vos: Elias já veio, e não o reconheceram; trataram-no como quiseram ... Então compreenderam os discípulos que se referia a João Baptista.”
Os discípulos podiam facilmente acreditar em Jesus, mas será que os escribas e o povo de Israel podiam acreditar que João Baptista era a segunda vinda de Elias.
O próprio Jesus sabia que as pessoas não iriam aceitar isso facilmente quando dizia.
Mt 11:14 “E, se quereis acreditar, ele é Elias que estava para vir. Quem tem ouvidos que oiça.”
Jesus era conhecido como aquele que abolia a Lei (Mt 5:17). Era o amigo dos cobradores de impostos e dos pescadores, diziam-no glutão e bebedor (Mt 11:19).
Os dirigentes Judeus foram ao ponto de declarar que Jesus trabalhava pelo poder de Belzebu, o príncipe dos demónios (Mt 12:24).
João Baptista era filho de uma família proeminente e os milagres sobre a sua concepção e nascimento eram conhecidos em toda a nação (Lc 1:15,66). João gozava de uma estima tal que desde os sumo-sacerdotes até às pessoas comuns, todos perguntavam se era ele o próprio Messias (Lc 3:15; Jo 1:20). Nestas circunstâncias, o povo de Israel tinha tendência para acreditar mais em João Baptista, que garantia não ser Elias, do que em Jesus, que dizia que João Baptista era Elias.
A Missão de João Baptista
O israelitas que acreditavam literalmente na Palavra do Antigo Testamento, pensavam que o Elias original desceria mesmo do céu. Mas Deus tinha escolhido João Baptista que veio com a missão de Elias (Lc 1:17).
Se João tivesse proclamado ser Elias e tivesse testemunhado que Jesus era o Messias, os Judeus dessa época teriam podido reconhecer e receber Jesus conseguindo assim receber a salvação.
Jo 1:33 João disse, “E eu não o conhecia; mas aquele que me enviou a baptizar em água é que me disse: aquele sobre quem vires o Espírito descer e permanecer é que baptiza no Espírito Santo (Cristo). Vi com os meus olhos, e sou testemunha de que ele é o filho de Deus.”
Assim, Deus dá a João Baptista uma revelação directa de que Jesus é o Filho de Deus. É verdade que, inicialmente, João cumpriu a missão de testemunhar sobre Jesus Cristo, mas infelizmente não o fez durante toda a sua vida, ele que vinha com a missão de preparar o caminho do Messias (Lc 1:76). João devia ter seguido Jesus como um dos seus discípulos.
Pouco antes de João Baptista morrer na prisão, começou a ter dúvidas acerca da sua vida e de Jesus e enviou os seus discípulos perguntarem a Jesus:
Mt 11:3 “... És tu aquele que há-de vir ou devemos esperar outro.”
Este versículo mostra que João não acreditou em Jesus e falhou em servi-lo. Jesus ficou indignado com a pergunta de João e respondeu-lhe de um forma muito severa:
Mt 11:6 “E bem aventurado aquele que não encontra em mim ocasião de escândalo.”
Mt 11:11 Jesus disse, “... Entre os nascidos de mulher não apareceu ninguém maior do que João Baptista e, no entanto, o mais pequeno no Reino dos Céus é maior do que ele.”
Como se explica que, João Baptista, tendo nascido como o maior na história, pudesse ser o mais pequeno no Reino dos Céus?
Deus enviou João Baptista como o maior dos profetas, pois ele devia servir o Messias e testemunhá-lo perante todo o povo. Mas lamentalvelmente João falhou:
Mt 11:12 “ Desde os dias de João Baptista até agora, o Reino dos Céus tem sido objecto de violência e os violentos apoderaram-se dele à força.”
A falta de fé de João, influenciou a que muitas pessoas não tivessem fé em Jesus.
A Criação
A Criação
Deus é Amor e para Amar é preciso um Objecto Reciprocador do Seu Amor; para tal Deus criou os Seres Humanos à Sua Imagem (não na aparência externa mas em qualidade).
O Propósito da Vida é realizar o Amor. Jesus chamou a Deus Pai porque o Criador deseja ter um relacionamento de Amor com os seres humanos (Parceiros Objecto do Seu Amor).
Jesus disse para o homem amar Deus com todas as suas forças, mente, alma e coração.
Mt 22:37 “E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento.”
Deus é Espirito e como tal é invisível. Deus procura habitar nos seres humanos como Seus templos.
Jo 4:24 “Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.”
Co 3:16 “ Não sabeis vós que sois o templo de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós?"
Se queremos ver Deus vemo-Lo através do Filho. Jesus era uma manifestação visível do Deus invisível e é um com Deus pelo coração.
Jo 14:9 “Disse-lhe Jesus: Estou há tanto tempo convosco, e não me tendes conhecido, Filipe? quem me vê a mim vê o Pai: e como dizes tu: Mostra-nos o Pai?”
A Palavra é o modelo através do qual toda a Criação foi feita e Jesus é a Palavra que vem de Deus feita carne na qual o homem deve ter Fé para também A vir a encarnar (vivê-La na carne).
Heb 5:7-9 “ O qual, nos dias da sua carne, oferecendo, com grande clamor e lágrimas, orações e súplicas, ao que o podia livrar da morte, foi ouvido quanto ao que temia;
Ainda que era Filho, aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu,
E, sendo ele aperfeiçoado, veio a ser a causa de eterna salvação para todos os que lhe obedecem”
Deus é Invisível, Absoluto, Eterno e Imutável. Ele é a fonte de toda a energia (a última realidade de toda a existência). Deus é o único Pai Criador de toda a criação onde os seres humanos ocupam o centro.
Mc 12:29 “Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor.”
A Forma Física visível é temporária e mutável. O Corpo Físico é como a Terra onde se desenvolve o Corpo Espiritual. Onde há um Corpo Animal também há um Corpo Espiritual (1 Cor 15:44).
A Energia invisível é eterna e imutável e é a base de toda a existência que vem de Deus (não pode ser criada nem destruída)
Deus criou os seres humanos como Seus filhos à Sua Imagem e Semelhança (com um coração para amar) para que possam cumprir o Propósito do Amor.
1 Jo 4: 7,8 “Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor é de Deus, e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus.
Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor.”
Deus criou para Sentir Alegria quando os Homens são capazes de Sentir e Responder ao Seu Amor.
A Essência da personalidade de Deus é um Coração de Amor – causando todos os Seus Atributos principais (Intelecto, Emoção e Vontade) a agir centrados no Amor.
O Caminho do Verdadeiro Amor requer o Sacrifico Individual pelo Bem Colectivo do Todo.
Mt 25:35,36,42 “Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me;
Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e fostes ver-me.
..Em verdade vos digo que, quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.”
Deus sentiu grande Tristeza e Dor quando os 1os Antepassados (Adão e Eva) se afastaram de pelo Pecado.
Gen 6:6 “Então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem sobre a terra, e pesou-lhe em seu coração.”
A Vida requer a Mudança que nos pode dar Esperança
A Vida requer a Mudança que nos pode dar Esperança
A esperança deve ser alimentada com a convicção que ela tem o poder dar vivência à vida física, quando existe em nós faz com que ainda possamos sorrir mesmo perante uma situação difícil. Há muita ignorância sobre o que é a vida; a vida não está no corpo físico, este é apenas o suporte à vida, o corpo é o instrumento através do qual a vida se manifesta. Nunca devemos abandonar os nossos anseios e ideais porque dão força à vida e modelam a nossa identidade. Perante alguns obstáculos, o sucesso ou fracasso em os ultrapassar poderá depender muito mais da forma como os vemos e enfrentamos do que o próprio obstáculo.
Não podemos ser nós a limitar-nos, é preciso saber olhar para além da realidade actual que pode ser limitativa e reconhecer que há uma a realidade muito maior que obedece às leis que operam no cosmos. Será um estímulo muito valioso para a vida quando alimentamos esperanças bem fundamentadas que se podem tornar realidade.
A esperança deve deixar de ser um conceito para se manifestar na vida real. Deve tornar-se um testemunho da vida que ainda está em nós. A energia da vida é gerada por uma acção de dar e receber, porque é dando que se recebe. A nossa energia vital é reforçada quando podemos ser útil aos que nos rodeiam, ao darmos algo de nós (mesmo que seja apenas um sorriso, compreensão) activamos o circuito que nos pode renovar e encher com energia. Viver egoisticamente fecha-nos à renovação e desenvolvimento da nossa própria energia que acabaremos por perder.
Ao respeitarmos as leis cósmicas devemos ter confiança na prosperidade do futuro sem nunca cultivar o receio daquilo que poderá vir.
Um rio que corre para o mar poderá ter de encontrar muitos obstáculos, mas se mantiver a sua força e direcção acabará sempre por os poder contornar. Quem procura acabará sempre por encontrar o caminho possível. Com esperança é preciso saber focar e vencer o momento que hoje se vive, porque é no momento actual que se cria o padrão da vitória que continuamente deverá ser repetido.
Há muitos bons exemplos de pessoas de sucesso na história, todas elas não fugiram da vida, mas aceitaram o desafio e tiveram de saber perseverar e preparar-se para vencer e ultrapassar as circunstâncias difíceis.
Os Desafios às Mudanças a efectuar na Vida
A vida muda à medida que o indivíduo passa desde a sua infância, através da juventude, idade adulta e velhice.
Isto é verdade não apenas na vida humana mas também na natureza. Vemos as quatro estações, onde continuamente uma sucede à outra. Se insistissemos em querer viver sempre no verão, viríamos a ter problemas se não nos soubermos preparar para entrar no próximo inverno. Sentir-se-ão inconfortáveis todos aqueles que não querem deixar de vestir as suas roupas quentes do inverno quando chega a primavera. Será que em pleno verão queremos insistir em manter vestidas as roupas quentes de inverno? É evidente que para o nosso conforto temos de mudar de acordo com a estação do ano.
É exatamente isto que se passa na nossa vida. Aqueles que pertencem à vida activa do verão – a juventude – querem viver eternamente na sua juventude. Mas tal não é possível. A mudança é um fenómeno natural.
No mundo em constante mudança é bom aprender a aceitar todos os acontecimentos e mudanças de uma forma positiva para continuamente nos pudermos adaptar e mesmo crescer.
A esperança deve ser alimentada com a convicção que ela tem o poder dar vivência à vida física, quando existe em nós faz com que ainda possamos sorrir mesmo perante uma situação difícil. Há muita ignorância sobre o que é a vida; a vida não está no corpo físico, este é apenas o suporte à vida, o corpo é o instrumento através do qual a vida se manifesta. Nunca devemos abandonar os nossos anseios e ideais porque dão força à vida e modelam a nossa identidade. Perante alguns obstáculos, o sucesso ou fracasso em os ultrapassar poderá depender muito mais da forma como os vemos e enfrentamos do que o próprio obstáculo.
Não podemos ser nós a limitar-nos, é preciso saber olhar para além da realidade actual que pode ser limitativa e reconhecer que há uma a realidade muito maior que obedece às leis que operam no cosmos. Será um estímulo muito valioso para a vida quando alimentamos esperanças bem fundamentadas que se podem tornar realidade.
A esperança deve deixar de ser um conceito para se manifestar na vida real. Deve tornar-se um testemunho da vida que ainda está em nós. A energia da vida é gerada por uma acção de dar e receber, porque é dando que se recebe. A nossa energia vital é reforçada quando podemos ser útil aos que nos rodeiam, ao darmos algo de nós (mesmo que seja apenas um sorriso, compreensão) activamos o circuito que nos pode renovar e encher com energia. Viver egoisticamente fecha-nos à renovação e desenvolvimento da nossa própria energia que acabaremos por perder.
Ao respeitarmos as leis cósmicas devemos ter confiança na prosperidade do futuro sem nunca cultivar o receio daquilo que poderá vir.
Um rio que corre para o mar poderá ter de encontrar muitos obstáculos, mas se mantiver a sua força e direcção acabará sempre por os poder contornar. Quem procura acabará sempre por encontrar o caminho possível. Com esperança é preciso saber focar e vencer o momento que hoje se vive, porque é no momento actual que se cria o padrão da vitória que continuamente deverá ser repetido.
Há muitos bons exemplos de pessoas de sucesso na história, todas elas não fugiram da vida, mas aceitaram o desafio e tiveram de saber perseverar e preparar-se para vencer e ultrapassar as circunstâncias difíceis.
Os Desafios às Mudanças a efectuar na Vida
A vida muda à medida que o indivíduo passa desde a sua infância, através da juventude, idade adulta e velhice.
Isto é verdade não apenas na vida humana mas também na natureza. Vemos as quatro estações, onde continuamente uma sucede à outra. Se insistissemos em querer viver sempre no verão, viríamos a ter problemas se não nos soubermos preparar para entrar no próximo inverno. Sentir-se-ão inconfortáveis todos aqueles que não querem deixar de vestir as suas roupas quentes do inverno quando chega a primavera. Será que em pleno verão queremos insistir em manter vestidas as roupas quentes de inverno? É evidente que para o nosso conforto temos de mudar de acordo com a estação do ano.
É exatamente isto que se passa na nossa vida. Aqueles que pertencem à vida activa do verão – a juventude – querem viver eternamente na sua juventude. Mas tal não é possível. A mudança é um fenómeno natural.
No mundo em constante mudança é bom aprender a aceitar todos os acontecimentos e mudanças de uma forma positiva para continuamente nos pudermos adaptar e mesmo crescer.
A Ideologia do Futuro
A Ideologia do Futuro
As Limitações das Ciências Humanas
Com o desenvolvimento da ciência, muitos quiseram afastar-se e rejeitar soluções religiosas, não acreditando que o Criador, Deus, se possa manifestar na vida humana. Chegamos a entrar numa época em que muitos caíram na ilusão que só através dos desenvolvimentos científicos (política, psicologia, economia, sociologia,...) a humanidade pudesse encontrar todas as respostas para os problemas que o mundo enfrenta.
Pessoas conscienciosa já perderam a esperança de encontrar soluções para os graves problemas encontrados na sociedade só com base nos esforços humanos. Não há qualquer esperança quando pomos os seres humanos no topo de qualquer solução. Como alternativa, o Criador e o respeito pelas suas leis tem de estar acima de tudo.
Não tem sido fácil fazer o encontro do Criador, Deus, com o homem para haver uma liderança harmoniosa da história humana. Deus revela a Sua vontade através de uma vida verdadeiramente religiosa e a ciência deve estar na posição de servir o propósito de Deus. Para vivermos pacificamente, só podemos criar uma civilização cujo centro é o homem ou uma civilização cujo centro é Deus, mas se de facto Deus existe só uma sociedade centrada em Deus é que tem soluções e pode prevalecer.
A história está numa mudança constante, há tempos de viragem em que precisamos escolher. Podemos advinhar a providência de Deus por detrás da história. Depois da I Guerra Mundial havia basicamente 2 ideologias opostas (a ideologia democrática abraçada por crentes religiosos e a ideologia comunista abraçada por não crentes). Vemos uma civilização ocidental que se está a destruir e assistimos à emergência de uma civilização oriental. Muitos hoje estão à procura de respostas para os problemas que enfrentamos no mundo, em civilizações do oriente.
A Graça Divina
A maior parte das religiões reconhecem que a degradação da condição humana torna difícil ou mesmo impossível a qualquer indivíduo atingir o propósito ou objectivo da vida se não tiver ajuda.
A graça divina está disponível e é suficiente, independentemente do fardo a carregar, para o apoio das pessoas no caminho da fé. As escrituras dão ênfase à prioridade da graça divina; está presente mesmo antes da resposta da pessoa despertando a força da esperança e da fé.
A graça divina é uma iniciativa totalmente do Criador e é dada à pessoa independentemente da sua atitude ou mérito. As boas obras ou austeridades não têm qualquer valor sem a graça divina.
Salvação Universal
A salvação terá de vir para todas as pessoas através de um ponto central.
Gen 12:3 “E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoaram; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.”
É o mandato divino para salvar toda a humanidade que dá um impulso poderoso à actividade missionária. Há aqueles que dão ênfase à justiça que não permitirá a salvação daqueles que permanecerem no pecado. Mas outros dão ênfase à compaixão divina que pode perdoar desde que haja o arrependimento.
A Cura
A degradação da condição humana é como a expressão de doença da alma. A degradação da condição humana manifesta-se na ignorância e separação da Realidade Última, com cegueira para a verdade e surdez para a voz de Deus. A consciencialização desta situação traz dor e sofrimento ao coração do homem.
A salvação deve ser vista como a cura da alma do seu estado de degradação para o estado de saúde em que pode desempenhar todo o seu potencial. Os ensinamentos religiosos podem ser vistos como remédios essenciais que mostram como encontrar a libertação.
Mas como há uma relação psicossomática entre as curas da alma e as curas do corpo físico. Muitos podem experimentar a cura física como resultado da cura da alma.
As Limitações das Ciências Humanas
Com o desenvolvimento da ciência, muitos quiseram afastar-se e rejeitar soluções religiosas, não acreditando que o Criador, Deus, se possa manifestar na vida humana. Chegamos a entrar numa época em que muitos caíram na ilusão que só através dos desenvolvimentos científicos (política, psicologia, economia, sociologia,...) a humanidade pudesse encontrar todas as respostas para os problemas que o mundo enfrenta.
Pessoas conscienciosa já perderam a esperança de encontrar soluções para os graves problemas encontrados na sociedade só com base nos esforços humanos. Não há qualquer esperança quando pomos os seres humanos no topo de qualquer solução. Como alternativa, o Criador e o respeito pelas suas leis tem de estar acima de tudo.
Não tem sido fácil fazer o encontro do Criador, Deus, com o homem para haver uma liderança harmoniosa da história humana. Deus revela a Sua vontade através de uma vida verdadeiramente religiosa e a ciência deve estar na posição de servir o propósito de Deus. Para vivermos pacificamente, só podemos criar uma civilização cujo centro é o homem ou uma civilização cujo centro é Deus, mas se de facto Deus existe só uma sociedade centrada em Deus é que tem soluções e pode prevalecer.
A história está numa mudança constante, há tempos de viragem em que precisamos escolher. Podemos advinhar a providência de Deus por detrás da história. Depois da I Guerra Mundial havia basicamente 2 ideologias opostas (a ideologia democrática abraçada por crentes religiosos e a ideologia comunista abraçada por não crentes). Vemos uma civilização ocidental que se está a destruir e assistimos à emergência de uma civilização oriental. Muitos hoje estão à procura de respostas para os problemas que enfrentamos no mundo, em civilizações do oriente.
A Graça Divina
A maior parte das religiões reconhecem que a degradação da condição humana torna difícil ou mesmo impossível a qualquer indivíduo atingir o propósito ou objectivo da vida se não tiver ajuda.
A graça divina está disponível e é suficiente, independentemente do fardo a carregar, para o apoio das pessoas no caminho da fé. As escrituras dão ênfase à prioridade da graça divina; está presente mesmo antes da resposta da pessoa despertando a força da esperança e da fé.
A graça divina é uma iniciativa totalmente do Criador e é dada à pessoa independentemente da sua atitude ou mérito. As boas obras ou austeridades não têm qualquer valor sem a graça divina.
Salvação Universal
A salvação terá de vir para todas as pessoas através de um ponto central.
Gen 12:3 “E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoaram; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.”
É o mandato divino para salvar toda a humanidade que dá um impulso poderoso à actividade missionária. Há aqueles que dão ênfase à justiça que não permitirá a salvação daqueles que permanecerem no pecado. Mas outros dão ênfase à compaixão divina que pode perdoar desde que haja o arrependimento.
A Cura
A degradação da condição humana é como a expressão de doença da alma. A degradação da condição humana manifesta-se na ignorância e separação da Realidade Última, com cegueira para a verdade e surdez para a voz de Deus. A consciencialização desta situação traz dor e sofrimento ao coração do homem.
A salvação deve ser vista como a cura da alma do seu estado de degradação para o estado de saúde em que pode desempenhar todo o seu potencial. Os ensinamentos religiosos podem ser vistos como remédios essenciais que mostram como encontrar a libertação.
Mas como há uma relação psicossomática entre as curas da alma e as curas do corpo físico. Muitos podem experimentar a cura física como resultado da cura da alma.
Um Partido que promove o Bem Estar da Família
Um Partido que promove o Bem Estar da Família vai promover a Paz e União
Uma Nova Cultura Universal de Coração
O mundo precisa de direcção. Ao entrarmos no século XXI, havia aqueles que tinham a esperança que este século fosse diferente de todos os séculos precedentes, porque o mundo atravessou os horrores do século XX, um período de guerras e conflitos sem precedentes.
No século XX foram cometidos mais crimes e mortas mais pessoas do que juntando todos os últimos séculos. Aqueles que viveram no século XX esperavam que houvesse uma mudança ao entrarmos no século XXI, e tinham a esperança que este fosse um século de paz.
Contudo no dia 11 de Setembro de 2001 teve lugar o ataque às torres gémeas, e de repente entramos na guerra contra o terrorismo. Um manto de escuridão logo poisou sobre a humanidade quando entrava no primeiro ano deste século. Foi uma chamada de atenção, um banho de água fria. O mundo terá de procurar uma nova visão que nos permita encontrar a paz duradoura.
Se queremos ajudar à mudança da direcção em que as pessoas se movem, em primeiro lugar elas terão de reconhecer que não vale a pena continuar a direcção que trouxe uma grave crise – devem analisar o que foi feito no passado e reconhecer o que não estava certo. É preciso procurar uma nova alternativa. Ao entramos neste novo século, e já se passaram 6 anos, o mundo ainda está à procura de uma boa liderança que nos tire desta era de escuridão para uma nova cultura.
Um Mundo de Paz, Progresso e Bem estar para Todos
No mundo de hoje há como uma fome e sede de uma nova visão e liderança. Encontra-se uma receptividade para um pensamento inovador e especialmente para uma visão universal que nos permita avançar para um mundo de paz, progresso e bem estar que todos desejamos.
A paz descreve a qualidade dos relacionamentos voluntários entre pelo menos dois seres, tal como entre marido e esposa, pai e filho, professor e aluno, governo e povo, etc. A paz é um termo que se aplica a relacionamentos caracterizados pelo respeito, harmonia, cooperação e finalmente aquilo que designamos por amor.
Sondemos o coração de qualquer criança; seja ela de cor negra ou branca, vermelha ou amarela; inserida em qualquer credo ou cultura. O seu coração anseia a paz, o amor e a alegria.
Desejar a paz não é uma criação humana, insensatez ou crendice, mas faz parte da natureza original humana. A paz é a meta ansiada e apontada pelas nossas consciências, porque é o desejo que está nos nossos corações e mentes. Assim como a comida, luz solar e ar são desejados e necessários ao corpo físico, o mesmo é verdade que a paz é necessária e ansiada pelo espírito humano.
Tempos de mudança
Os tempos de grandes crises são também tempos de grandes mudanças. Actualmente encontramo-nos num momento de crise que vai ser decisivo na mudança da história do mundo. A história não é apenas uma sucessão e registo de acontecimentos sociais externos. A história não se desenrola simplesmente de acordo com a vontade e acções de indivíduos ou como resultado dos padrões do comportamento social. Num nível mais profundo, há princípios internos que impulsionam e guiam verdadeiramente a história humana. Infelizmente no decorrer da história humana encontramos sempre pessoas que a querem liderar com uma visão parcelar e muitas vezes errada, bloqueando e atrasando muitas vezes um desenvolvimento saudável e benéfico para todos.
O universo físico obedece intrinsecamente a leis físicas, químicas ou matemáticas; do mesmo modo vamos encontrar princípios universais internos que guiam a história humana e a obrigam a uma mudança progressiva. Se fizermos uma análise longa e profunda da história, esta mostrar-nos-á que apesar dos distúrbios e erros no percurso, esta caminha numa certa direcção para uma meta final, cujo objectivo será a construção de uma família humana de paz global.
Um Novo Conceito de Democracia
Depois de uma história recente de Domínio e Abusos da Sociedade por parte das Igrejas estabelecidas houve a necessidade de criar a Separação entre o Estado e a Igreja (separar a política da religião). O Contributo da Religião deverá ser apelar à aplicação de Princípios e Valores dentro das Acções Políticas necessárias ao bom funcionamento social e assim evitar um domínio político errado. O poder político é muitas vezes alcançado através de promessas de sedução e é muitas vezes realizado com acções de manifesto abuso do poder e corrupção.
Poderão haver Partidos Políticos Religiosos (Cristãos ou Outros) que aplicam os seus Princípios Religiosos à Política, sem terem o objectivo de levar a sociedade a praticar uma Religião. (Poderão gerar intolerância e causar distúrbios sociais se não tiverem uma visão universal, mas sectária).
A Democracia é um dos sistemas de governo que foi necessário para acomodar todas as diferentes opiniões das pessoas. Tem por objectivo fazer reflectir a opinião da maioria de um povo ou grupo em particular para criar as medidas e direcção acordadas pela maioria das pessoas do grupo. Esta abordagem embora tenha uma base racional correcta do respeito pela maioria, tem por centro opiniões de certas pessoas apoiadas por grupos mas falta-lhe um centro de convergência que só pode ser fixado não na opinião de certos pensadores mas numa base de valores absolutos.
A bondade, rectidão e justiça não poderão ser encontradas através de opiniões pessoais ainda que tenham a aderência de uma maioria.
Os Partidos Políticos têm uma história com cerca de 300 anos.
Apareceram como uma necessidade do Desenvolvimento Humano (Intelectual e Espiritual).
O Desenvolvimento Humano levou ao aparecimento de Líderes Conscienciosos que compreenderam a importância e valor dos Direitos Humanos. Faz parte da Natureza Original Humana, as pessoas ansiarem por Igualdade, Liberdade e os Direitos Humanos.
Uma grande parte das pessoas na sociedade tem sido vítimas de Injustiças e Desigualdades por partes das Lideranças. Os Partidos Políticos foram criados como o meio de assegurar e garantir a Liberdade, Igualdade e promover o Bem Estar para todas as pessoas com base em valores e princípios éticos.
Grandes acções políticas mundiais (revolução francesa, declaração da independência da América) tiveram como objectivo procurar assegurar a defesa dos Direitos Humanos (Igualdade, Liberdade e os Direitos).
Originalmente os Partidos Políticos não foram criados com o objectivo de se tornarem autoritários e arrogantes ao ganharem a Força do Poder.
O Partido do Governo e Partido da Oposição deviam ter um papel semelhante ao Pai e Mãe numa Família, deveriam saber discutir assuntos de interesse nacional e promover o bem estar nacional para todos.
O Partido da Oposição devia ter uma posição não de obstrução mas de Conselheiro.
Os Conflitos Partidários, ao violarem Princípios Universais para uma boa democracia estão a levar as pessoas a perderem a Confiança nos Partidos.
Um Partido que tenha por objectivo o Bem estar da Família (o melhor ambiente para o bem estar das pessoas) não se envolverá em Confrontos e Conflitos para a obtenção do poder.
Os seus apoiantes serão famílias saudáveis onde há ligações entre as várias gerações e não serão apoiantes sectários (com base na idade, ideologia, crença, riqueza, cultura).
Todas as sociedades precisam das funções da célula familiar que lhes será indispensável como base de desenvolvimento e estabilidade. Ter uma família de relacionamentos saudáveis é o que as pessoas procuram e desejam, independentemente da sua cultura e nação.
O Partido Político amigo da família deve pautar-se por Princípios e Valores que promovem Famílias de relacionamentos Saudáveis e não em Promessas sedutoras que podem ou não cumprir.
A Verdadeira Felicidade é o Vosso Maior Carisma
A Verdadeira Felicidade é o Vosso Maior Carisma
Hyung-jin Moon – Domingo, 30 de Setembro de 2007
O tópico do meu sermão de hoje é "A Verdadeira Felicidade é o Vosso Maior Carisma”.
Ao lermos as palavras de Reverendo Moon no livro ‘O Caminho da Vontade de Deus’: "Se tendes algo que vos desmotiva, então fazei coisas que vos dão mais alegria. Desta forma, sublimareis aquilo que vos faz sentir mal e sereis salvos."
A introdução do livro ‘Exposição do Princípio’ começa com as palavras, "Todas as pessoas estão à procura da felicidade." Até o próprio Deus criou os seres humanos e todas as coisas porque Ele queria dar e receber amor, para desta forma sentir alegria. Todo o ser quer e procura a felicidade.
Conheço um irmão que quando era mais jovem não escutava os seus pais, não estudava na escola e odiava a Igreja. Os seus pais estavam profundamente tristes com ele. Porém quando recentemente o encontrei, fiquei realmente surpreendido. Agora está a frequentar a Universidade de Harvard. Está muito entusiasmado com a sua vida e cheio de confiança. Quando o encontrei também senti entusiasmo. A sua alegria e felicidade fizeram-me mudar. Fizeram-me mais feliz.
Ao falar com os irmãos e irmãs que pertencem tanto à 1ª como à 2ª gerações na América, uma vez ouvi estas palavras realmente sábias: "A felicidade não pode ser encontrada, porém devemos escolher ser felizes." Em todos os momentos da nossa vida podemos escolher a felicidade.
A Madre Teresa também disse: "As pessoas felizes não se tornaram felizes automaticamente, mas fizeram deliberadamente a sua escolha". As pessoas felizes tais como quaisquer outras enfrentam obstáculos nas suas vidas. Experimentam retrocessos, têm momentos difíceis. Porém nesses momentos escolhem não ser afectados negativamente por essa realidade dura, mas pelo contrário procuram o verdadeiro significado daquela experiência para encontrarem a felicidade dos seus corações. Felicidade ou infelicidade são apenas emoções. Nós, os seres humanos, deveríamos ser capazes de escolher e controlar as nossas emoções.
Os nossos membros da igreja podem ser felizes nas suas famílias abençoadas. Quando estamos felizes, as nossas qualidades internas ganham saúde. Podemos apresentar-nos de tal modo confiantes perante Deus que Satanás não nos pode invadir. Uma pessoa feliz pode criar um ambiente feliz. As pessoas num ambiente feliz tendem a pensar mais positivamente e assim vamos dar as melhores influências aos nossos pais, cônjuge e filhos. A felicidade última é da nossa própria responsabilidade. Ao escolhermos estar felizes influenciaremos positivamente as outras pessoas. Podemos até mesmo fazer Deus mais feliz.
Então, a partir de onde é que começamos a escolha da felicidade? Começamos a partir da nossa mente, escolhendo os melhores pensamentos. Se pensarmos que estamos derrotados não poderemos encontrar esperança na vida. Olhemos para nós mesmos com os olhos de Deus. Podemos ter tido fracassos no passado, podemos ter dificuldades no presente, mas aonde quer que possamos ir devemos encontrar sempre na nossa mente, alguma fonte de alegria e felicidade.
No meu caso, é a face do meu filho mais novo. A vida pode ser realmente dura, o que faço pode parecer não dar certo, mas quando imagino a sua face sinto alegria e posso levantar-me de novo. Posso repelir o desejo de abandonar tudo e deste modo mantenho um bom humor.
Não é fácil olhar com os olhos de Deus para nós mesmos, nosso cônjuge ou filhos. Porém se o fizermos, as nossas palavras, acções, hábitos, carácter e finalmente a nossa vida pode tornar-se mais brilhante e mudar de um modo positivo. Lembrai-vos sempre dos vossos melhores talentos e potenciais e confiai neles.
Se aconteceu terdes cometido um erro no passado, não penseis que esse erro arruinou a vossa vida. Ao contrário pensai que através dele adquiristes uma nova sabedoria. Se no passado tivestes algumas experiências más ou dolorosas, pensai que são uma oportunidade para vós aprenderdes a ser mais pacientes e a tornar maturo o vosso carácter.
"Por que é que não consigo fazer isto? Por que é que tenho tantos defeitos? Por que é que casei com uma pessoa assim? Por que é que os meus filhos não têm sucesso nos estudos e continuam a criar problemas?" Questionarmo-nos com estas perguntas negativas não nos vai ajudar em nada na nossa vida. Pelo contrário tornará as coisas pior. Nos momentos difíceis da vida, quando as circunstâncias são adversas e começamos a duvidar de nós próprios, é mais importante pensar deste modo: "Ainda tenho saúde. Posso recomeçar tudo de novo. Tenho tido sorte. Estou a agir bem. Estou abençoado. Sou um VIP." Os pensamentos e palavras negativos destroem a nossa vida. Essa é a voz de Satanás, não é a de Deus.
Deveríamos ter a mesma atitude não apenas para nós próprios, mas também para as outras pessoas. Deveríamos ser capazes de encorajar as pessoas que estão em dificuldade. Se o fizermos, podemos tornar-nos um milagre para elas.
Os nossos pensamentos, palavras e acções são muito importantes. Têm poder especial. Podemos fazer grandes coisas com os nossos pensamentos. Além disso os pensamentos são seguidos por palavras e acções. As palavras podem matar ou salvar. Tende cuidado com as vossas palavras. O mesmo é verdade para as nossas acções. Por isso, escolhei as acções que trarão o sentimento de orgulho e felicidade duradouros. Essa é uma escolha sábia.
O tópico deste sermão é: "A Verdadeira Felicidade é o Vosso Maior Carisma." A verdadeira felicidade não é a felicidade para usufruir uma só pessoa. Quando o meu coração transbordar de felicidade, eu posso dar esta felicidade também a outros. Muitas pessoas falam sobre o carisma da felicidade na vida. Uma pessoa verdadeiramente feliz pode ajudar e pode dar mais força aos outros. Assim como o íman, uma tal pessoa possui um poder que atrai para si as outras pessoas. Por isso, a felicidade é o maior carisma.
Na felicidade não há egoísmo, mas há altruísmo. Se numa família abençoada o marido e a esposa são felizes, os seus filhos irão confiar e terão esperança na Bênção. As pessoas que com eles convivem invejá-los-ão e também irão querer receber a Bênção.
Nós, membros de famílias abençoadas, somos pessoas felizes. A felicidade não é dádiva de alguém, uma pessoa tem de decidir ser feliz. Se escolheis a felicidade, ela dar-vos-á força para superar os obstáculos na vossa vida. Assim podereis também dar esperança e energia especial a outros.
Irmãos e irmãs! Não cultiveis o pensamento negativo: "Não tenho nenhumas qualidades para ser um filho dos Verdadeiros Pais, sou um fracasso, não estou a fazer bem, sinto vergonha de me levantar à frente dos Verdadeiros Pais, não tenho nada a dizer à frente de Deus e da Sua vontade". Porque vós tendes o direito a ser felizes. Sede Vencedores, Iluminadores, Pacificadores. Isto é o que significa ser um VIP.
A pouco e pouco formai os vossos pensamentos, palavras e acções mais positivos e escolhei ser felizes. Desejo sinceramente que sejais mais vitoriosos, iluminados e pacificadores durante a próxima semana.
Sois os filhos e filhas mais preciosos de Deus e como tal sois os mais merecedores de sucesso, boa fortuna, felicidade e bênçãos do Céu. A Verdadeira Felicidade é o vosso Maior Carisma.
Hyung-jin Moon – Domingo, 30 de Setembro de 2007
O tópico do meu sermão de hoje é "A Verdadeira Felicidade é o Vosso Maior Carisma”.
Ao lermos as palavras de Reverendo Moon no livro ‘O Caminho da Vontade de Deus’: "Se tendes algo que vos desmotiva, então fazei coisas que vos dão mais alegria. Desta forma, sublimareis aquilo que vos faz sentir mal e sereis salvos."
A introdução do livro ‘Exposição do Princípio’ começa com as palavras, "Todas as pessoas estão à procura da felicidade." Até o próprio Deus criou os seres humanos e todas as coisas porque Ele queria dar e receber amor, para desta forma sentir alegria. Todo o ser quer e procura a felicidade.
Conheço um irmão que quando era mais jovem não escutava os seus pais, não estudava na escola e odiava a Igreja. Os seus pais estavam profundamente tristes com ele. Porém quando recentemente o encontrei, fiquei realmente surpreendido. Agora está a frequentar a Universidade de Harvard. Está muito entusiasmado com a sua vida e cheio de confiança. Quando o encontrei também senti entusiasmo. A sua alegria e felicidade fizeram-me mudar. Fizeram-me mais feliz.
Ao falar com os irmãos e irmãs que pertencem tanto à 1ª como à 2ª gerações na América, uma vez ouvi estas palavras realmente sábias: "A felicidade não pode ser encontrada, porém devemos escolher ser felizes." Em todos os momentos da nossa vida podemos escolher a felicidade.
A Madre Teresa também disse: "As pessoas felizes não se tornaram felizes automaticamente, mas fizeram deliberadamente a sua escolha". As pessoas felizes tais como quaisquer outras enfrentam obstáculos nas suas vidas. Experimentam retrocessos, têm momentos difíceis. Porém nesses momentos escolhem não ser afectados negativamente por essa realidade dura, mas pelo contrário procuram o verdadeiro significado daquela experiência para encontrarem a felicidade dos seus corações. Felicidade ou infelicidade são apenas emoções. Nós, os seres humanos, deveríamos ser capazes de escolher e controlar as nossas emoções.
Os nossos membros da igreja podem ser felizes nas suas famílias abençoadas. Quando estamos felizes, as nossas qualidades internas ganham saúde. Podemos apresentar-nos de tal modo confiantes perante Deus que Satanás não nos pode invadir. Uma pessoa feliz pode criar um ambiente feliz. As pessoas num ambiente feliz tendem a pensar mais positivamente e assim vamos dar as melhores influências aos nossos pais, cônjuge e filhos. A felicidade última é da nossa própria responsabilidade. Ao escolhermos estar felizes influenciaremos positivamente as outras pessoas. Podemos até mesmo fazer Deus mais feliz.
Então, a partir de onde é que começamos a escolha da felicidade? Começamos a partir da nossa mente, escolhendo os melhores pensamentos. Se pensarmos que estamos derrotados não poderemos encontrar esperança na vida. Olhemos para nós mesmos com os olhos de Deus. Podemos ter tido fracassos no passado, podemos ter dificuldades no presente, mas aonde quer que possamos ir devemos encontrar sempre na nossa mente, alguma fonte de alegria e felicidade.
No meu caso, é a face do meu filho mais novo. A vida pode ser realmente dura, o que faço pode parecer não dar certo, mas quando imagino a sua face sinto alegria e posso levantar-me de novo. Posso repelir o desejo de abandonar tudo e deste modo mantenho um bom humor.
Não é fácil olhar com os olhos de Deus para nós mesmos, nosso cônjuge ou filhos. Porém se o fizermos, as nossas palavras, acções, hábitos, carácter e finalmente a nossa vida pode tornar-se mais brilhante e mudar de um modo positivo. Lembrai-vos sempre dos vossos melhores talentos e potenciais e confiai neles.
Se aconteceu terdes cometido um erro no passado, não penseis que esse erro arruinou a vossa vida. Ao contrário pensai que através dele adquiristes uma nova sabedoria. Se no passado tivestes algumas experiências más ou dolorosas, pensai que são uma oportunidade para vós aprenderdes a ser mais pacientes e a tornar maturo o vosso carácter.
"Por que é que não consigo fazer isto? Por que é que tenho tantos defeitos? Por que é que casei com uma pessoa assim? Por que é que os meus filhos não têm sucesso nos estudos e continuam a criar problemas?" Questionarmo-nos com estas perguntas negativas não nos vai ajudar em nada na nossa vida. Pelo contrário tornará as coisas pior. Nos momentos difíceis da vida, quando as circunstâncias são adversas e começamos a duvidar de nós próprios, é mais importante pensar deste modo: "Ainda tenho saúde. Posso recomeçar tudo de novo. Tenho tido sorte. Estou a agir bem. Estou abençoado. Sou um VIP." Os pensamentos e palavras negativos destroem a nossa vida. Essa é a voz de Satanás, não é a de Deus.
Deveríamos ter a mesma atitude não apenas para nós próprios, mas também para as outras pessoas. Deveríamos ser capazes de encorajar as pessoas que estão em dificuldade. Se o fizermos, podemos tornar-nos um milagre para elas.
Os nossos pensamentos, palavras e acções são muito importantes. Têm poder especial. Podemos fazer grandes coisas com os nossos pensamentos. Além disso os pensamentos são seguidos por palavras e acções. As palavras podem matar ou salvar. Tende cuidado com as vossas palavras. O mesmo é verdade para as nossas acções. Por isso, escolhei as acções que trarão o sentimento de orgulho e felicidade duradouros. Essa é uma escolha sábia.
O tópico deste sermão é: "A Verdadeira Felicidade é o Vosso Maior Carisma." A verdadeira felicidade não é a felicidade para usufruir uma só pessoa. Quando o meu coração transbordar de felicidade, eu posso dar esta felicidade também a outros. Muitas pessoas falam sobre o carisma da felicidade na vida. Uma pessoa verdadeiramente feliz pode ajudar e pode dar mais força aos outros. Assim como o íman, uma tal pessoa possui um poder que atrai para si as outras pessoas. Por isso, a felicidade é o maior carisma.
Na felicidade não há egoísmo, mas há altruísmo. Se numa família abençoada o marido e a esposa são felizes, os seus filhos irão confiar e terão esperança na Bênção. As pessoas que com eles convivem invejá-los-ão e também irão querer receber a Bênção.
Nós, membros de famílias abençoadas, somos pessoas felizes. A felicidade não é dádiva de alguém, uma pessoa tem de decidir ser feliz. Se escolheis a felicidade, ela dar-vos-á força para superar os obstáculos na vossa vida. Assim podereis também dar esperança e energia especial a outros.
Irmãos e irmãs! Não cultiveis o pensamento negativo: "Não tenho nenhumas qualidades para ser um filho dos Verdadeiros Pais, sou um fracasso, não estou a fazer bem, sinto vergonha de me levantar à frente dos Verdadeiros Pais, não tenho nada a dizer à frente de Deus e da Sua vontade". Porque vós tendes o direito a ser felizes. Sede Vencedores, Iluminadores, Pacificadores. Isto é o que significa ser um VIP.
A pouco e pouco formai os vossos pensamentos, palavras e acções mais positivos e escolhei ser felizes. Desejo sinceramente que sejais mais vitoriosos, iluminados e pacificadores durante a próxima semana.
Sois os filhos e filhas mais preciosos de Deus e como tal sois os mais merecedores de sucesso, boa fortuna, felicidade e bênçãos do Céu. A Verdadeira Felicidade é o vosso Maior Carisma.
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